Criador do Bitcoin teria divulgado outro texto sobre a famosa criptomoeda

Um suposto novo artigo atribuído a Satoshi Nakamoto, o misterioso pai do Bitcoin, foi divulgado na internet e revela detalhes sobre a origem da criptomoeda

Pixabay

Um texto recentemente publicado (em inglês) na internet reacendeu a polêmica sobre a identidade e como surgiu o Bitcoin e, consequentemente, o Blockchain. O texto teria sido escrito por Satoshi Nakamoto, o suposto pai da moeda virtual. Se o texto for realmente verdadeiro, Satoshi não criou apenas a moeda e o texto seria uma preparação para um livro sobre o assunto. E ainda confere algumas histórias curiosas sobre o Bitcoin.

O texto que deu origem ao Bitcoin pode ser lido AQUI.

Leia mais sobre Blockchain na Consumidor Moderno

O texto foi publicado no site de uma fundação ligada a Satoshi Nakamoto. No início do mês passado, ele supostamente publicou anotações que vão compor um livro dividido em duas partes. A obra teria o nome de Dualidade.

“Anuncio o primeiro trecho de uma obra literária composta em duas partes. Uma pequena história, se você quiser, com algumas das perguntas e respostas mais atualizadas (sobre Bitcoin). Eu queria que as pessoas e os fatos fossem de conhecimento de todos.  Atualmente, no entanto, é apenas uma possibilidade. Eis um trecho”, diz o texto supostamente atribuído a Sakamoto.

A seguir, confira alguns trechos do novo texto atribuído ao criador do Bitcoin.

Sobre Satoshi Nakamoto

Satoshi Nakamoto não é um nome real. Mais especificamente, não é um nome legal. É principalmente a essência dos pensamentos e da razão. Eu queria um nome mais comum, que ninguém fora do Japão soubesse que ou lembrasse que Satoshi Nakamoto é o equivalente a “John Smith” – um nome comum nos Estados Unidos e que, no Brasil, teria semelhança com João da Silva. Levou tempo para que o público chegasse a essa conclusão, mas a maioria das pessoas com acesso direto a mim já tinham descoberto isso faz tempo.

Sobre a origem da palavra blockchain

Eu não acho que alguém saiba disso, mas a palavra Blockchain não entrou em jogo antes desse fato (um suposto encontro entre Mike Hearn, engenheiro do Google e responsável por criar o Bitcoin a partir do paper do pai da criptomoeda).

 O momento Pre-Bitcoin foi chamado de timechain. Isso porque, no início, nada disso era sobre blocos, mas sobre o tempo, mais especificamente sobre intervalos precisos de tempo em que os blocos vão sendo liberados (incluídos) antes de se tornarem codificados para o resto da cadeia. Na versão finalizada, a versão 2, ela foi alterada para blockchain, pois ficou óbvio para mim que o bloco era o elemento fundamental ligado na cadeia e não necessariamente tinha relação com o tempo. Ao menos, é desse jeito que as pessoas poderiam notar o blockchain.

 Então, Bitcoin é aquilo que você vê. O meio onde você comprou ou vendeu a moeda é, na verdade, a versão 2. Da mesma forma, a palavra garfo não entra em jogo sem o fato “comida”.

Por que 21 milhões de Bitcoins?

A quantidade de Bitcoin que poderia ser minerada está limitada a 21 milhões. Estima-se que a quantidade de moedas teria fim no ano de 2.140. No novo texto, Satoshi fala sobre essa quantidade finita.

Para começar, muitos podem se perguntar qual é o raciocínio por trás da oferta fixa. Por que 21 milhões? A verdade é que foi um palpite educado. A matemática funcionou, de fato, ou tão perto quanto eu queria. Antes de se estabelecer em 21 milhões, no entanto, eu considerei fazer 100 BTC (milhões Bitcoin) como recompensa ou 42. Mas com medo de que os outros considerassem uma referência e piada a partir do Guia do Mochileiro da Galáxia, de Hitchhiker e à custa de não ser levado a sério, eu mudei para 21 milhões.

O texto pode ser lido no site da Satoshi Nakamoto Foundation AQUI.

 

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