Por que a Sapore apostou no conceito ‘grab & go’ para entrar no varejo

Conhecida no ramo da cozinha industrial, a Sapore virou acionista da IMC, dona de restaurantes e fast foods, e entra no varejo com o conceito da Yurban Food

O Grupo Sapore ficou mais conhecido no fim do ano passado, quando foi aventado pela imprensa como um possível comprador da IMC – International Meal Company, detentora de marcas como Frango Assado e Viena. No fim, o negócio se concretizou recentemente e a Sapore é, agora, detentora de 35% das ações da rede de alimentação.
Esta é apenas uma das iniciativas do Grupo para investir no varejo de alimentação.

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Conhecido como um dos maiores negócios de cozinha industrial e rede de distribuição de refeições para empresas do País, o Grupo Sapore, fundado e liderado por Daniel Mendez, decidiu expandir sua atuação e investir no varejo por duas frentes. A primeira com a IMC, e a segunda com sua marca própria, a Yurban Food.

A marca nasceu sob a bandeira do “grab & go”, com comidas saudáveis e frescas ou pré-cozidas, prontas para “pegar e levar”, como o próprio nome diz em inglês. Segundo o head de Operações da Yurban Food, Marcio Shimada, responsável pela nova marca, o nome é um neologismo para se identificar com o público jovem. O Y foi colocado para remeter à Geração Y, também conhecida como Millennial (pessoas nascidas entre a década de 80 e meados dos anos 90).

“Apesar do Y, nosso conceito está mais ligado ao comportamento de consumo da cidade em geral do que a uma simples relação com a faixa etária. Fazemos comida rápida, saudável e barata para as pessoas que vivem essa correria do dia a dia das grandes metrópoles”, explica Shimada.

No próprio manifesto da marca não há uma restrição de idade. A Yurban tenta colocar uma roupagem jovem, misturando elementos essenciais da alimentação e do lifestyle de quem vive na cidade, com um ambiente regado a tecnologia e arquitetura moderna. O lado varejista da Sapore conversa com o jovem pelo ambiente despojado, mas abrange outros públicos por causa do conceito.

“Geração Y não se refere a uma idade, mas a um comportamento. Os Ys podem ser eu, você, minha filha, meu pai ou até um de nossos avós. Ser Y é muito mais do que ser classificado como a geração da internet, do mobile ou do app”, diz o texto que expõe o propósito da marca.

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