Uma dose generosa de realidade – virtual

A VR Gamer ofereceu uma imersão divertida para o público do Whow. O pessoal riu, pulou e, acima de tudo, divertiu-se com a brincadeira

Jhonny Escame

Um das plataformas de game mais descoladas e emergentes, sem dúvida, é a realidade virtual. O Whow! Festival de Inovação levou os participantes para uma tarde de imersão de RV com muitos gritos, sustos, mas, principalmente, muitas risadas.

Fundada em 2016, a VR Gamer, a primeira rede de arcade de realidade virtual da América Latina, foi o palco da diversão para os participantes do Whow. Segundo Rafael Silva, gerente da unidade Vila Mariana da VR Gamer, a ideia do primeiro “fliperama” de VR surgiu por iniciativa de Leandro Sarubbi – fundador e entusiasta de videogame.

“Ele adora videogame. Um dia ele comprou o HTC Vive e convidou uns amigos, que ficaram maravilhados com o jogo. Um deles virou e disse: ‘Pena que isso vai demorar para chegar no Brasil. Daí surgiu a ideia de montar o arcade”.

Depois de dois anos, surgiu uma segunda unidade e surgiu ainda uma espécie de unidade itinerante, que circula por diferentes lugares de São Paulo.

Sobre a experiência

Hoje, o arcade dispõe de duas plataformas: o HTC Vive e o Playstation VR. Cada plataforma possui mais de cem jogos – e o número não para de crescer. Hoje, segundo Silva, o jogo mais popular é o Pit Saber – um jogo com o uso de sabre da franquia Star Wars. Outro jogo é o curioso Job simulator. “O jogo se passa em um museu no ano de 2050. Neste ano, a humanidade não trabalha mais. A ideia é reviver os tempos de hoje com trabalhos atuais. O jogo possui quatro profissões: chef de cozinha, mecânico, administrativo e um atendente de supermercado”, explicou.

Sobre o futuro da RV, Silva acredita que a tecnologia poderá ser usada em outras áreas, tais como a educação. “A tecnologia vem sendo usada em treinamento, inclusive de bombeiros. Os EUA também tem usado no treinamento de militares. Muitas outras coisas vão surgir”, disse.

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