Kalunga deve fechar 2018 com faturamento de R$ 2,5 bi e de olho nas cidades menores

Em entrevista à NOVAREJO, o CEO Roberto Garcia revela os planos para o próximo ano e como uma rede conhecida como papelaria se mantem relevante em tempos digitais

Roberto Garcia, CEO da Kalunga, faz parte dos tradicionais varejistas. Lidera hoje um negócio que vem de família, fundado por seu pai, Damião Garcia, nos anos 1972, na Vila Mariana, em São Paulo. Nesta entrevista exclusiva à NOVAREJO, Roberto contou ter acompanhado de perto o desenvolvimento do varejo brasileiro, lembrando do tempo em que o controle do varejista era na caderneta e que, para ele, “a maior quebra de paradigma foi quando chegou o autosserviço”. O CEO falou também sobre o bom momento da rede, que celebra 27 novas lojas físicas em 2018 e faturamento anual previsto de R$ 2,5 bilhões, um crescimento de 13,2% em relação ao ano passado. Os números são reflexo da aposta nos serviços de gráfica e material de escritório, além da implantação de plataforma omnichannel que integra e-commerce, televendas e pontos físicos. Com 65% de suas unidades em shoppings centers, Roberto Garcia vê vida longa para esse canal. Tanto que a estratégia da empresa é expandir ainda mais seus pontos de venda, desta vez, em cidades menores.

NOVAREJO – No início deste ano vocês anunciaram o plano de abertura de 27 lojas pelo País – totalizando 200 unidades –, dedicação ao serviço de gráfica digital e um novo e moderno centro de distribuição, totalizando R$ 81 milhões em investimentos. A projeção era de crescimento de 13,2% e faturamento de quase R$ 2,5 bilhões. Como estão esses números a três meses do fim do ano?
Roberto Garcia – Esses números se confirmam e o faturamento deve até passar a previsão inicial. A gente fez até uma previsão já bem conservadora, pois a indicação era de que a economia iria reagir mais do que de fato aconteceu. Estamos muito felizes com nossos resultados, não só pelo crescimento em lojas físicas como na web também e no
televendas. Muito satisfatórios os resultados.

Confira a entrevista completa na edição 70 – Setembro da NOVAREJO.

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