23% dos trabalhadores devem usar 13º com presentes de Natal, diz pesquisa

Pesquisa revela que trabalhador deve usar parte da renda extra para presentes, organização de dívidas e reserva para impostos do início do ano

Por: - 12 meses atrás

Shutterstock

Em momento de lenta retomada econômica, o trabalhador brasileiro avalia profundamente qual será o destino do seu décimo terceiro. De acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SP Brasil), 23% dos trabalhadores que recebem o o salário devem utilizar pelo menos um percentual do valor para comprar presentes de Natal.

Confira a edição online da revista Consumidor Moderno!

Vale destacar que, na lista de principais destinos dos valores, quem encabeça a lista é poupar ou investir o benefício, com 27% de menções. O salário extra também é visto como uma oportunidade para reorganizar a vida financeira, de modo que 17% dos respondentes pretendem utilizar o dinheiro extra para quitar dívidas atrasadas.

De olho nas contas de início de ano, 11% dos entrevistados responderam que pretendem reservar o dinheiro para impostos típicos dessa época, como IPTU e IPVA. Para José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil, quitar débitos antigos deveria ser a prioridade nesse contexto.

“O dinheiro deveria ser primeiramente pensado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos ou para investir. Se o consumidor tem apenas uma dívida em aberto, é mais fácil resolver o problema. Caso exista mais de uma, o ideal é escolher aquela que está atrasada ou optar pela que possui o valor com juros mais altos como, por exemplo, cheque especial e cartão de crédito”, explica.

O executivo complementa que os gastos do início do ano também devem ser considerados na hora de organizar o destino do dinheiro. “A formação de uma reserva para saldar compromissos típicos de início de ano também deve ser uma prioridade do consumidor. Todos os anos elas aparecem, mas muitos só deixam para pensar nessas despesas quando elas chegam”, conclui.