Os assistentes virtuais estão só esperando você chamar

O avanço dos assistentes virtuais é uma realidade. Como as empresas podem aproveitar essa tecnologia para aprimorar o relacionamento?

Por: - 4 meses atrás

Um dos grandes diferenciais dos assistentes virtuais, tecnologias embutidas em gadgets variados de algumas das maiores marcas do mundo, é a possibilidade de dialogar sem nenhuma forma de digitação. É a primeira vez que alguma tecnologia obedece ao dono. Basta chamar e os dispositivos atenderão – seja a Siri, a Cortana ou a Alexa.

Não por acaso, tais ferramentas têm-se tornado mais intensas e, na visão de Marco Lupi, CEO da Neobpo, essa tendência não é passageira. “O crescimento dos assistentes virtuais vai ressignificar a vida das pessoas no dia a dia, mesmo fora de situações de consumo”, diz. Ainda assim, obviamente, a relação entre empresas e clientes também vai mudar.

Para o CEO, tal transformação acontecerá porque corresponde ao desejo do cliente de interagir de forma automática e responsiva, com ou sem o uso da voz. “O nosso desejo é buscar informação usando o que temos de mais relacional e efetivo em tecnologia”, afirma. “O primeiro passo para evoluir é o uso da voz”.

Nesse processo, empresas como a Neobpo têm, diante do mercado, a oportunidade de integrar, também em termos de processos, a chegada de um assistente virtual. “A Neobpo tem um papel muito importante entre o assistente virtual e as empresas com as quais o cliente final quer se relacionar”, afirma Lupi.

Para lidar com esse novo cenário, segundo o CEO, as empresas precisarão apostar na integração com assistentes virtuais para melhorar o contato com o cliente final. Dessa forma, poderão passar a oferecer um atendimento mais preventivo e conhecer melhor o consumidor. De qualquer forma, porém, o atendimento humano não vai deixar de existir. “As empresas precisam desenvolver o atendimento da forma como o consumidor deseja, atendendo ao momento que ele quer viver”, explica. “É exatamente isso o que a Neobpo vem fazendo, pensando muito na mudança desse comportamento”.

Diante desse cenário, como explica Lupi, a tecnologia terá espaço diante do atendimento feito por pessoas, mas precisará trazer características humanas, como a empatia. De qualquer forma, o cliente vai preferir o canal de atendimento que apresentar rapidez nas respostas. Se o robô funcionar, preferirá o robô. Se ele não funcionar, tentará uma outra via. O assistente de voz, enquanto isso, colaborará como for capaz.