Após onda de bikes e patinetes, SP tem scooters elétricas compartilhadas

Com scooters importadas da China, empresa opera na capital paulista com número de viagens acima do esperado. Veja os detalhes para alugar o modal

Por: - 8 meses atrás

As grandes capitais do mundo estão cada vez mais construindo novas possibilidades de mobilidade urbana. Após a grande novidade das bicicletas e patinetes elétricos compartilhados, a capital paulista começa a receber um novo modal. A próxima aposta na cidade é leve, silenciosa e mais rápida que as alternativas anteriores.

As 40 scooters compartilhadas da Riba Share começaram a circular pela cidade em 17 de dezembro do ano passado, contudo, os mais de 5 mil usuários representaram um número duas vezes maior do que as estimativas iniciais. Embora a zona de circulação ainda seja limitada a algumas regiões da cidade – que passa pela Chácara Santo Antônio, na Zona Sul, até o Jardim Paulistano, na Zona Oeste -, a quantidade de corridas de cada equipamento está três vezes acima do esperado inicialmente.

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De acordo com informações da empresa, o tempo médio de cada corrida é de cerca de 30 minutos em uma distância que tem a média de cinco e seis quilômetros. Essa informação destaca que o modal pode ser uma alternativa mais sustentável, uma vez que os equipamentos são elétricos, e, também, mais barata do que as alternativas convencionais.

Baixe e ande

Projetada sob o conceito dockless, aquele onde não existem pontos fixos de locação, a empresa utiliza scooters importadas da China, porém, com pequenas adaptações. As motos recebem aperfeiçoamento no chicote elétrico e uma placa responsável pelo pareamento com o aplicativo que faz a liberação da corrida. Disponível para Android e IOS, o app foi desenvolvido em parceria com o Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto de Matosinhos, Portugal.

Antes de realizar a primeira corrida, é necessário que o usuário mande uma fotografia de sua carteira de habilitação, que obrigatoriamente precisa ser classificada na categoria A, para motociclistas. O pagamento é feito via cartão de crédito, de modo que os lançamentos são feitos ao final de cada corrida. A empresa cobra um valor mínimo de R$ 5,90 por 10 minutos. Quando esse tempo é ultrapassado, acrescenta-se R$ 0,59 por minuto.

 

Com informações do UOL.