Whatsapp segue como aplicativo preferido dos brasileiros

Aplicativo de troca de mensagens também apresenta alto índice de uso para fins profissionais. Facebook e Instagram aparecem na sequência

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Os celulares dos brasileiros recebem notificações em uma frequência que, muitas vezes, não passa de cinco minutos. Um dos principais responsáveis por essa intensa comunicação é o WhatsApp, plataforma de troca de mensagens que se consolidou como a mais utilizada pelos brasileiros. Uma pesquisa realizada com 1400 pessoas em todo o País pelo Grupo Croma revelou que o app é o mais acessado pelos usuários em todas as ocasiões de uso.

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A rede ficou à frente de outros canais gigantes como Facebook e Instagram, de modo que a rede também é utilizada para fins profissionais. No ambiente profissional, a ferramenta é usada por (60%) dos pesquisados e o e-mail por (20%). “Os smartphones se tornaram itens indispensáveis na vida das pessoas, que ficam conectadas quase o tempo todo. Desse modo, a comunicação via WhatsApp se torna mais prática e efetiva, principalmente quando envolve mais de uma pessoa na mesma conversa,” destaca Edmar Bulla, CEO do Grupo Croma.

A coleta de informações é feita de forma mensal e, a cada trimestre, leituras consolidadas serão elaboradas sobre pontos importantes na compra e uso de celulares. “Os dados podem ser utilizados por empresas de diferentes setores, porque tem como foco o comportamento humano com uma de suas principais interfaces tecnológicas: o smartphone. Sem dúvidas, o painel é uma ferramenta importante para criar estratégias de negócios mais assertivas,” analisa o consultor.

As empresas que se interessarem em adquirir mais dados do estudo devem realizar uma assinatura anual. “O (estudo) Mobile Trend dá direito a quatro relatórios por ano sobre o mercado de mobile no Brasil, mas o mais interessante são as análises customizadas e os filtros opcionais, como o Behavioral, que monitora hábitos sem fazer perguntas ao entrevistado, e o Geoloc, que avalia o comportamento em função da localização. O mercado brasileiro precisava de um painel contínuo e acessível às empresas.”, conclui Bulla.

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