A inteligência é o fruto gerado pelos dados

Para tornar os dados compreensíveis para todos, a Robbyson adotou um modelo de dashboard inovador. Conheça a árvore que funciona como um mapa de calor

Por: - 4 meses atrás

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Entender e tangibilizar a dimensão dos dados gerados mundialmente é um exercício quase impossível. Só no Brasil, o celular está presente em 93,2% dos domicílios, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em todo o globo, segundo a Domo, havia 3,7 bilhões de pessoas conectadas em 2017. Imagine que cada clique, leitura, escolha ou decisão de cada um desses usuários, efetivada em smartphones ou outros gadgets, se transforma em dados. Esse é o mundo em que vivemos hoje.

Contudo, como afirma Fernando Parreiras, executivo de Sistemas da Robbyson, nem todos os dados gerados são capazes de garantir boas inferências. Quantidade, nesse caso, não garante qualidade. Para as empresas, o essencial é coletar, reunir e interpretar os dados corretos, de acordo com o resultado almejado.

Esse contexto provocou, na AeC, a gana de desenvolver um negócio que tem como foco a ideia de usar o dado para aperfeiçoar o desempenho de pessoas e negócios. Foi com esse mindset que nasceu a plataforma Robbyson e é dessa forma que ela se mantém. O tempo, contudo, trouxe avanços para a ferramenta: atualmente, ela mede os mais diversos KPIs, de acordo com a demanda da empresa que a utiliza. Além disso, se tornou um negócio próprio, com pessoas inteiramente dedicadas ao seu aprimoramento.

Um dos grandes diferenciais dessa plataforma, além do manejo de dados, é a forma como eles são visualizados. A Robbyson foi criada como uma ferramenta de gestão e autogestão e, como explica Parreiras, o principal desafio nesse sentido foi justamente tornar as informações compreensíveis inclusive para os leigos.

No momento em que o dashboard foi criado, a ideia era criar um mapa de calor da produtividade da empresa. Porém, os executivos tinham consciência de que nem todos compreendem tal gráfico. “Às vezes o usuário precisa de elementos lúdicos”, afirma o executivo. “A árvore foi uma forma saudável de ilustrar”.

Dessa forma, a empresa não precisou desenvolver uma estrutura hierárquica – como seria em um organograma tradicional, por exemplo. “As pessoas, que dão vida à empresa, são representada pelas folhas e são o que torna a árvore bonita”, diz. “A base é formada pelos acionistas e diretores”.

“Com a Robbyson, o usuário não precisa entender de estatística para interpretar gráficos”, afirma. “O colaborador consegue analisar sua performance de forma prática e existe um padrão, compreensível para todos”, afirma. Com isso, criou-se uma narrativa única, um storytelling por meio do qual o colaborador consegue entender a sua missão, seu estágio atual e o quanto falta para que ele alcance a meta, sem precisar se comparar com os outros. De acordo com o executivo, tal narrativa ajuda também a aplicar a Robbyson em outras empresas, afinal, é de fácil compreensão.

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