Millennials e Z estão menos otimistas, diz estudo

Estudo da Deloitte revela uma geração interrompida. O crescimento e a transformação acelerada deixam os millennials e Z inseguros sobre o futuro

Por: - 3 meses atrás

millennials Foto Priscilla Du Preez| Unsplash

Um levantamento da aceleradora Deloitte revelou baixo otimismo e confiança nas gerações dos Millennials e Z com o futuro. A desigualdade de renda e a falta de mobilidade social foram fatores prováveis ​​que impulsionaram o pessimismo econômico, destacando o impacto negativo de um ambiente incerto e desigual.

Perda da positividade

As opiniões dos millennials sobre os negócios continuam a diminuir, em parte devido às opiniões de que as empresas se concentram apenas em suas próprias agendas, em vez de considerar as consequências para a sociedade. Cerca de 55% dos entrevistados afirmam que os negócios têm um impacto positivo na sociedade, enquanto o número registrado em 2018 foi superior a 60%.

Mais millennials do que nunca – 49% – deixariam, se tivessem uma escolha, seus empregos atuais nos próximos dois anos.

Além disso, segundo a pesquisa, a geração do milênio e a Geração Z, em geral, pretendem patrocinar e apoiar empresas que se alinham com seus valores. As gerações mais jovens estão colocando seu dinheiro onde suas bocas estão quando se trata de apoiar empresas que causam um impacto positivo na sociedade.

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Experiências de valor

As gerações mais jovens não são menos ambiciosas que seus antecessores. Mais da metade dos entrevistados quer ganhar salários altos e enriquecer. Viajar e ver o mundo estava no topo da lista de aspirações da geração do milênio (57%), enquanto pouco menos da metade disse que queria ter uma casa, somente 49%.

Eles também são mais atraídos para causar um impacto positivo em suas comunidades ou sociedade em geral, com 46% das repostas, do que em ter filhos e famílias (39%).

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Metodologia

O relatório é baseado nas opiniões de 13.416 pessoas dessas gerações entrevistadas em 42 países e territórios. Os millennials incluídos no estudo nasceram entre janeiro de 1983 e dezembro de 1994. O levantamento também inclui respostas de 3.009 entrevistados da geração Z em 10 países. Os entrevistados Z nasceram entre janeiro de 1995 e dezembro de 2002. A pesquisa foi realizada de 4 de dezembro de 2018 a 18 de janeiro de 2019.

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