Conheça as 100 marcas mais valiosas do mundo

Top100 divulgado pela Kantar traz a Amazon no topo da lista. Apple, Google, Microsoft e Visa estão entre as cinco primeiras

Quando você pensa nas principais marcas do mundo em termos de representatividade e poder de mercado, que nomes te vêm a cabeça? Não à toa a Amazon está novamente entre as 100 marcas mais valiosas do mundo, de acordo com o BrandZ, desenvolvido pela Kantar. Seu valor? 315,5  bilhões de dólares. É a primeira vez que uma empresa fora do setor de tecnologia elenca o topo da pesquisa desde 2006 (no ano passado, a Amazon estava na terceira posição).

O ranking também evidencia uma tendência mundial: as marcas de tecnologia vêm liderando as pesquisas. A varejista Amazon, no entanto, registrou crescimento de 52% em seu valor em relação ao ano anterior. Na sequência aparece a Apple (US$ 309,5 bilhões) e o Google (US$ $309 bilhões), ambas com aumento de 3% e 2%, respectivamente.

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Além do Facebook no top6 (US$ 158,9 bilhões), o Alibaba (US$ 131,2 bilhões) ainda aparece como a marca chinesa mais valiosa do mundo, na sétima posição, com crescimento de 16%. No novo ranking, a gigante asiática deixou para três a Tencent, que caiu três posições e pulou para o 8º lugar do ranking.

Entre as redes sociais, o Instagram aparece em 44º no ranking, com valor de US$ 28,2 bilhões e mais de 1 bilhão de usuários em todo o mundo. “A reputação é o ativo mais valioso de uma empresa, e, sendo forte, protege o negócio em épocas de crise”, afirma Eduardo Tomiya, diretor da Kantar Brasil. 

A mudança no modelo do consumidor também refletiu no ranking. Marcas com propósito e que oferecem experiências diferenciadas se destacaram. Netflix (US$ 34 bilhões) e Uber (US$ 24,2 bilhões) subiram ao topo e alcançaram as posições 34º e 53º, respectivamente.

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“O crescimento do valor das 100 maiores marcas deste ano para uma alta histórica prova o poder de investir em marcas para oferecer um valor superior ao acionista. Por trás desse crescimento, está o sucesso de um novo fenômeno de construção de uma ‘marca ecossistema’. Estamos vendo uma mudança de marcas de produtos e serviços individuais para uma nova era de ecossistemas altamente disruptivos. As marcas precisam entender o valor que esse tipo de modelo pode criar e abraçar essa abordagem para ter sucesso no futuro”, afirma David Roth, CEO da The Store WPP EMEA e Ásia e presidente do BrandZ.

VEJA O TOP 10

1. AMAZON: US$ 315,5 bilhões | Variação: 52%

2.APPLE: US$ 309,5 bilhões | Variação: 3%

3.GOOGLE: US$ 309 bilhões | Variação: 2%

4.MICROSOFT: US$ 251,2 bilhões | Variação: 25%

5.VISA: US$ 177,9 bilhões | Variação: 22%

6.FACEBOOK: US$ 158,9 bilhões | Variação: – 2%

7.ALIBABA: US$ 131,2 bilhões | Variação: 16%

8.TENCENT: US$ 130,8 bilhões | Variação: -27%

9.MCDONALD’S: US$ 130,3 bilhões | Variação: 3%

10.AT&T: US$ 108,3 bilhões | Variação: 2%

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Veja quais foram as principais tendências destacadas no estudo

 O luxo é a categoria que mais cresce (+29%), seguida pelo Varejo (+25%), impulsionada pela mudança na preferência dos clientes da geração Y e Z por canais digitais;

As categorias de tecnologia, finanças e varejo dominam, representando mais de dois terços do valor total das marcas;

Nove recém-chegados aparecem no Top 100, impulsionados predominantemente por marcas de tecnologia chinesas e norte-americanas com modelos de negócios disruptivos, incluindo Dell Technologies, Xbox, Haier, Meituan e Xiaomi;

Marcas asiáticas aumentam sua presença com 15 marcas chinesas, três indianas e uma indonésia, fazendo parte do ranking de um total de 23 da região, incluindo a LIC e a Tata Consultancy Services;

Uma nova geração de marcas surge: Um total de 23 marcas GenZ (criadas a partir de 1996) aparecem no Top 100, com uma idade média de 16 anos, em comparação com 18 marcas da geração Y, com 33 anos de idade.

Marcas sustentáveis: reforçam a percepção do consumidor de que eles são “responsáveis” por meio de iniciativas sociais, ambientais e corporativas;

As guerras comerciais da China e dos EUA afetaram o crescimento do ranking Top 100, que desacelerou para +7% nos últimos 12 meses. A confiança do consumidor foi atingida, uma vez que as tarifas comerciais impactaram várias categorias de marcas, com os carros, a logística e os bancos.

VEJA ABAIXO O RANKING COMPLETO

*Informações Kantar

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