Artigo: O novo Brasil abre suas portas

Aprovação em primeiro turno da reforma da previdência animou investidores. Neste contexto, Bolsa pode chegar a 140 mil pontos no ano que vem

Crédito: Shutterstock

Começamos esse ano com um gráfico bem nítido na nossa cabeça: Dívida bruta em relação ao PIB. Pensar que esse número poderia subir de 77% para 200% sem reforma da previdência era algo para, de fato, nos preocupar.

Felizmente, a reforma foi aprovada no primeiro turno da Câmara, o que se tornou uma injeção de ânimo para o mercado, enquanto o segundo turno é esperado para ocorrer em agosto, após o recesso do congresso.

Ainda há uma série de incertezas quanto à aprovação da reforma no Senado, mas os riscos então sendo cada vez mais mitigados.

Na nossa visão, a potencial aprovação da reforma, concomitante a um cenário de juros mais baixos por mais tempo e atividade acelerando, ainda que de maneira tímida nos próximos seis meses, traz uma série de oportunidades no mundo dos investimentos.

Hoje, 44% dos brasileiros têm investimentos financeiros. Desses, 88% ainda investem na poupança. Na nossa visão, os brasileiros terão que otimizar suas carteiras. Aquele famoso rendimento de 1% ao mês não existe mais, dado que os juros vieram de 14,25% em 2016 para 6,5% atualmente, com potencial de queda adicional.

Nesse cenário, destacamos a Bolsa como o melhor ativo já há algum tempo, com potencial de atingir 115 mil pontos até o final do ano e 140 mil até o final de 2020, seguindo principalmente:

1. Revisão de lucros das empresas, seguindo recuperação da economia e alavancagem operacional das empresas, dado que a capacidade ociosa se encontra elevada devido ao baixo crescimento econômico nos últimos anos.

2. Menor taxa de desconto, com um risco estruturalmente menor no Brasil, que faz com que o valor da empresa/ativo aumente.

3. Maior alocação de ativos domésticos para a bolsa, com diminuição da alocação em renda fixa, já que juros baixos por mais tempo eleva a busca por investimentos com maior atratividade. Atualmente, a alocação de recursos em ações está em 7,1% no Brasil, abaixo da média de 8,5% e do pico de 14% em 2007.

Esse é um cenário transformacional no Brasil. E, para ajudar os brasileiros a lucrarem o máximo com este momento, lançamos uma plataforma de conteúdo que facilita o entendimento dos fatos que podem impactar os investimentos de todos.

Com uma linguagem simples e fácil de entender, este projeto foi criado para ser o mecanismo que dará segurança, confiança e autonomia para os brasileiros investirem cada vez melhor. Acesse aqui o portal.






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