Hackers vazam dados de clientes da Sephora

O incidente aconteceu em países da Oceania e Ásia. Ao menos por enquanto, não há informações sobre dados vazados de consumidores brasileiros

Por: - 3 meses atrás

Sephora SYDNEY, AUSTRALIA – DECEMBER 05: A general view inside the Sephora store before it opens the doors to its Westfield Pitt Street Mall store on December 5, 2014 in Sydney, Australia. This is the first Sephora store to open in Australia. (Photo by Mark Metcalfe/Getty Images)

Um grupo de hacker invadiu e vazou dados pessoais de consumidores da marca de cosméticos Sephora, segundo informações jornal neozelandês Herald. A informação foi confirmada pela própria companhia a clientes de oito diferentes mercados.

De acordo com a publicação, o vazamento ocorreu em países como Nova Zelândia, Austrália e países do Sudeste da Ásia (Cingapura, Malásia, Indonésia, Tailândia, Filipinas) e Hong Kong. Os dados violados seriam desde o nome do usuário on-line, data de nascimento, sexo, endereço de e-mail, senha criptografada e até as preferências de beleza de clientes da marca. Em nota, a Sephora informa que nenhuma informação de cartão de crédito foi acessada. Ao menos por enquanto, não há informações sobre se o violação também ocorreu no Brasil.

“Tenham a certeza de que nenhuma informação de cartão de crédito foi acessada e temos motivos para acreditar que qualquer dado pessoal tenha sido mal utilizado”, informa a varejista no e-mail enviado aos clientes. “Pedimos desculpas por qualquer preocupação ou inconveniente que isso possa causar a você. Como precaução, cancelamos todas as senhas existentes para contas de clientes e revisamos completamente nossos sistemas de segurança”, completa.

Monitoramento

Beth Glancey, da Sephora Austrália e head de Nova Zelândia da marca, afirma que a empresa identificou o incidente de segurança há dias semanas. A companhia já entrou em contato com os consumidores da marca.

“Entramos em contato com nossos clientes para explicar o que aconteceu e quais medidas serão tomadas. Estamos  oferecendo serviços de monitoramento de dados pessoais a todos os clientes e sem custo para os consumidores”, disse a executiva em comunicado ao jornal. Atualmente, o parlamento neozelandês discute a reformulação da lei de proteção de dados do país.

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