Influência positiva: o papel do YouTuber no engajamento da marca

Rolandinho, do canal Pipocando, deu dicas para as marcas que ainda não sabem como escolher o influenciador ideal, formando uma parceria realmente engajadora

Por: - 2 meses atrás

Youtuber

Conteúdo é uma combinação entre o que a marca quer transmitir e o que o público quer ouvir. Esse foi um dos principais insights da palestra do apresentador Rolandinho, do Pipocando – canal de cinema e séries com mais de 4 milhões de seguidores, e considerado o maior sobre o assunto da América Latina.

Durante papel no segundo dia de CONAREC, o youtuber trouxe ideias de como as empresas e pessoas podem produzir conteúdos de qualidade.

Rolandinho, do canal Pipocando

Para exemplificar, contou sobre o quadro “Tudo sobre”. Nele, inicialmente, as pessoas que gostavam do tema não encontravam nada de muito novo. Quem não se interessava, não clicava. Então, o YouTuber entendeu que o método não era ideal: os títulos não estavam atrativos. Mudaram, então, para abordagens mais interessantes – como o “diretor que largou tudo para viver um sonho”, por exemplo.

“É um grande acerto contar com um influenciador”, disse, em apresentação realizada no CONAREC. “Quando a empresa o contrata, ganha também acesso à expertise desse indivíduo”.

Por outro lado, comentou que, em muitos casos, quem está envolvido no processo não conhece o assunto e os influenciadores que falam sobre o tema a respeito do qual a marca quer falar. Ou seja, não basta escolher quem tem muitos seguidores, por exemplo.

Escolhas

“Quando a marca escolhe um influenciador, é preciso que ela considere quantas pessoas terminaram de ver o vídeo em questão, que continuaram no canal, que se engajaram”, explicou. “Não basta olhar o número de seguidores e visualizações”. Ele afirmou ainda que é possível fazer um recorde demográfico para entender quais pessoas desistiram do vídeo por conta da inserção de marca.

Assim, Rolandinho comentou sobre a valorização do engajamento.


“Os números variam muito e é um baita desafio convencer as pessoas a clicarem nos vídeos. Quando a marca entende nosso conteúdo, vem para jogar o mesmo jogo: gerar um conteúdo relevante, que realmente interessa”