Amazon começa a oferecer vozes de celebridades para assistente virtual Alexa

Ator Samuel L. Jackson é uma das novas opções dos usuários para a Alexa. Preço para contratar o serviço na estreia é promocional

Por: - 4 semanas atrás

Alexa Crédito: Shutterstock

Amazon vai passar a oferecer vozes de celebridades para representar sua assistente virtual, a Alexa, como forma de atrair mais usuários para o serviço.

Na estreia da ferramenta, a empresa escolheu o ator Samuel L. Jackson. De acordo com a gigante do varejo, o serviço custará US$ 0,99 para assinaturas feitas em 2019. A partir do ano que vem, quando vozes de mais celebridades estarão disponíveis, o valor deve aumentar para US$ 4,99.

O anúncio foi feito pelo maior varejista online do mundo durante evento de lançamento de novas ferramentas para competir com o Google Assistant, da Alphabet, e a Siri, da Apple. Além das vozes famosas, outras novidades foram anunciadas, como mais alto-falantes Echo controlados por voz, um modo multilíngue para Alexa e um recurso de privacidade adicional para excluir gravações de voz regularmente.

Reconhecimento facial

Em entrevista à Reuters, o presidente da Amazon, Jeff Bezos, afirmou que a empresa trabalha propostas de regulamentação da tecnologia de reconhecimento facial. O uso dessa ferramenta trouxe críticas à unidade de computação em nuvem da empresa, a Amazon Web Services.

“Nossa equipe de políticas públicas está realmente trabalhando nos regulamentos de reconhecimento facial, e faz muito sentido regular isso”, disse Bezos a repórteres, no lançamento anual de dispositivos Alexa da empresa, em Seattle, na quarta-feira (25).

“É um exemplo perfeito de algo que tem usos realmente positivos, para que você não queira barrar. Ao mesmo tempo, há muito potencial para abusos com esse tipo de tecnologia, e você deseja regulamentações.”

A empresa disse que todos os usuários de seu serviço, conhecido como Rekognition, devem seguir a lei estabelecida por cada estado norte-americano. Uma das cidades onde o reconhecimento por face é proibido é São Francisco, um dos locais próximos ao tradicional Vale do Silício e berço da tecnologia e inovação.


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