4 tecnologias que nos aguardam no futuro

André Prevedel, da Neobpo, indica quais tecnologias poderão transformar o cotidiano do consumidor na próxima década

Os primeiros passos para as inovações da próxima década já foram dados. Falamos já com familiaridade sobre temas como Inteligência Artificial, Internet das Coisas e reconhecimento facial. Apesar disso, a aplicação cotidiana dessas tecnologias ainda está longe de ser parte da realidade: um dia teremos uma casa conectada, contudo, não será amanhã. Mas, afinal, o que falta para alcançarmos esse nível de evolução?

As tecnologias atuais ainda estão em desenvolvimento. Analytics e IA podem avançar fortemente para facilitar e entender mais os consumidores, o usuário final. Há tecnologias que vão acelerar esses processos. 5G vai possibilitar que haja contato de realidade aumentada, por exemplo. IoT. Tudo na sua residência, mesmo no trabalho, será mais automático, para que ela entenda o que você executa diariamente, automatizando.

André Prevedel, diretor de Tecnologia da Neobpo, elegeu algumas tecnologias que colaborarão com esses avanços. Confira.

1. 5G

Todas as transformações vistas como “do futuro” dependem de uma conexão de qualidade – de IoT aos carros autônomos. Por isso, na visão de Prevedel, a chegada dessa tecnologia de infraestrutura vai ampliar as perspectivas do brasileiro: poderemos, enfim, sonhar com geladeiras conectadas e carros que dirigem sozinhos.

2. Biochips

Mais do que os wearables, os microchips poderão transformar o conhecimento que cada indivíduo tem sobre a própria saúde. Prevedel considera que será possível adotar esse tipo de ferramenta, que coletará informações em tempo real, identificando irregularidades e prevenindo doenças. Paralelamente, porém, ele ressalta que a coleta de tais informações levantará inúmeros debates sobre a posse de dados sensíveis, por exemplo.

3. O uso da voz

Como lembra o executivo da Neobpo, o diálogo pela voz é natural para o ser humano e, obviamente, não será abandonado. “O texto propicia ao cliente a opção de responder no momento em que considerar mais conveniente, mas não substituirá por completo a voz”, diz. Para que a fala seja plenamente compreendida no atendimento, porém, ainda é preciso investir mais na compreensão de regionalismos e, em seguida, na identificação de sentimentos através da relação entre a entonação da voz e vocabulário utilizado.

4. Realidade Aumentada (RA)

Mais do que a Realidade Virtual (RV), os recursos de RA poderão gerar experiências surpreendentes. Prevedel acredita que será possível, por exemplo, ter uma visão de um apartamento (independente do andar com variações de layout), mesmo quando ele estiver ainda na planta, ou até mesmo visualizar um ambiente histórico, atualmente depreciado ou depredado, em sua versão original. Essa perspectiva, porém, é só para a metade da próxima década.

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