Conheça os 10 melhores parques do mundo

Site lista ranking com as áreas verdes “must-see” dos principais países do mundo. O Parque do Ibirapuera está entre os mais visitados

Zonas verdes nas grandes cidades do mundo não são só um elemento positivo de urbanismo. São também uma necessidade para manter o equilíbrio entre concreto e vegetação, o espaço para dar qualidade de vida para quem vive entre carros e arranha-céus. Os parques podem ser um respiro no meio da correria do dia-a-dia e também um ponto turístico para quem mora ou passeia por ali.

Pensando nisso, o site Fodors.com, especialista em dar boas dicas de viagem, fez o ranking com as áreas verdes “must-see” dos principais países do mundo. Para a nossa surpresa, o Parque do Ibirapuera está entre os que devem ser visitados. Acompanhe o top 10:

Jardim de Turia, em Valência, na Espanha

Quando em terras espanholas, hora de conhecer o local que já foi o leito do rio Turia, mas que depois da mudança urbanística de 1950 se transformou em um dos mais belos parques do mundo. O enorme espaço verde leva seus frequentadores até a Cidade das Artes e da Ciência, um recanto futurista de Valência conhecido por seu design de tirar o fôlego e ser ponto de encontro da maioria dos turistas que visitam a cidade. São oito quilômetros de extensão apenas, mas certamente um dos orgulhos dos valencianos.

Parque do Ibirapuera, em São Paulo, Brasil

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O queridinho dos paulistanos – que nos finais de semana mais cheios de verão pode passar abrigar mais de 300 mil frequentadores – não podia ficar de fora desta lista. Com mitos edifícios projetados por Oscar Niemeyer dentro do parque – a Auditório Oscar Niemeyer e o Museu de Arte Moderna são dois deles. Outros quatro museus estão alojados no parque, que é ponto de encontro de quem malha durante a semana, e de quem quer apenas relaxar entre suas muitas árvores no sábado e no domingo. O Ibira, que possui  também tem um viveiro de plantas e recebe diversos eventos culturais como a Bienal de Arte e, ocasionalmente, a Semana de Moda de São Paulo.

O High Line, em Nova York, nos Estados Unidos

O que fazer com uma área abandonada bem no meio da cidade? Transformar em parque, ora essa. O High Line, em Nova York, se tornou um exemplo para muitas cidade que também sofrem com locais que perderam a utilidade ou estão degradados. Antes meros trilhos de um trem elevado, o parque se transformou em point turístico e também atrai os nova-iorquinos que usam o espaço para relaxar na hora do almoço. Criado em 2009, seus 2,45 quilômetros fizeram da região uma das mais concorridas de NYC.

Jardim Hama-rikyu, em Tóquio, no Japão

Bem no centro da metrópole japonesa está esse belíssimo centro verde com lagoas salgadas que vão até a Baía de Tóquio. É um oásis de paz e tranquilidade perto do Mercado de Peixe de Tsukiji. O local tem uma casa de chá e trilhas de caminhada. O parque tem colinas artificialmente construídas perfeitas para o relaxamento. O parque também fica cheio durante a semana.

Sydney Park Wetlands, em Sydney, Auystrália

Fora do centro da maior cidade australiana, esse parque é um verdadeiro recanto selvagem logo à primeira vista. Diferente dos outros por contar áreas úmidas, ou seja, espécies de pântanos que recebem água de reuso do sistema de tratamento de Sydney. É como se, anualmente, o volume de água disponível para 340 piscinas olímpicas fosse limpo e estivesse disponível para inundar certas partes desta área verde inusitada. E o melhor: antigamente, Wetlands era um local de despejo de lixo, que se tornou uma rica área com ciclovias, trilhas, cachoeiras e vida selvagem nativa. De fazer inveja, não?

Red Ribbon Park, em Qinhuangdao, na China

Localizado às margens do rio Tanghe, em uma região não tão conhecida dos turistas ocidentais, o local é conhecido por ter um banco vermelho curvado de 500 metros de extensão. Outro parque no mundo que antes era uma área de desejo de lixo, o Red Ribbon revitalizou a região, além de proteger a flora local. À noite, ele ganha iluminação especial é se torna ainda mais bonito de se visitar.

Royal National City Park, em Estocolmo, na Suécia

Os nórdicos não poderiam estar de fora desta lista. A capital sueca abriga um parque urbano que desafia os outros parques do mundo, tamanha as suas particularidades. Para começar, é uma floresta com prédios históricos, museus e parques de diversão, tudo dentro de seus limites. O Royal National também conecta Estocolmo a outras duas cidades – Solna e Lidingö – e foi criado em 1995. Virou uma das assinaturas do estilo de vida voltado para o bem-estar tão típico dos escandinavos.

Villa Doria Pamphili, em Roma, na Itália

Essa beleza de área verde carrega em si todo o charme italiano, em um misto de dolce far niente com cultura e história. Localizado ao redor da Galeria Pamphili, é um dos programas preferidos dos romanos e está situado no que antes era uma vila particular por centenas de anos. Criado em 1960, é repleto de labirintos verdes e esculturas renascentistas, o parque é concorrido aos finais de semana, mas um oásis de se visitar de segunda a sexta.

Gardens by the Bay, em Cingapura, Malásia

O local é, de longe, o mais exótico de toda a lista. Consiste em um espaço de mais de 100 hectares no qual estão as chamadas Supertrees, imensos arranjos florais com que imitam árvores gigantes e cujas flores mudam de cor. Uma das principais atrações turísticas de Cingapura, o parque que era anteriormente um pântano, se tornou um invejável ecossistema que funciona à base de muita tecnologia. Os lagos artificiais são projetados para colher água quando chove e essa mesma água também irriga os jardins. Já a eletricidade para manter as luzes incríveis do local em dia é garantida graças a painéis solares. Uma ideia que poderia ser copiada no mundo todo.

Praças of Savannah, na Georgia, Estados Unidos

O estado americano tem sua “joia da coroa” quando o assunto é parques imperdíveis. As Praças de Savannah são um conjunto de 22 mini parques distribuídos por Savannah, primeira cidade da América a ser totalmente planejada. As praças são pontos de encontro essenciais para a vida da cidade e cada uma é dedicada a um evento histórico importante que marcou a região. É em uma delas que você encontrará o famoso banco onde Forrest Gump, o personagem de Tom Hanks em filme homônimo, se sentou para contar uma de suas incríveis histórias.


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