5 pontos aos quais as empresas devem estar atentas para lidar com a COVID-19, segundo a PwC

A partir da experiência que teve com surtos de Ebola, SARS, entre outras doenças, a empresa selecionou pontos essenciais para o enfrentamento da crise atual

Desde que a COVID-19, causada pelo novo coronavírus, foi declarada pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o impacto da doença se tornou muito mais perceptível e assustador, envolvendo pessoas, famílias, comunidades e empresas.

Com isso, surgiram diferentes desafios. Muitos deles inéditos – como o de ficar 24/7 em um lugar fechado. Para as empresas, que reúnem, em muitos casos, milhares de pessoas, o cenário é ainda mais complexo. É por isso que consultorias, como a PwC, estão trabalhando em apoio às companhias, compartilhando a experiência de trabalhar com empresas, governos, reguladores, ONGs e organizações internacionais em todo o mundo para responder a alguns dos surtos de maior destaque – como Ebola, MERS, SARS e gripe aviária.

Assim, o Centro Global de Crises da PwC elencou cinco principais pontos de atenção para as empresas. Confira.

1. Planejamento de crises

De acordo a PwC, as empresas precisam ter uma capacidade de resposta a crises fortemente desenvolvida para garantir o gerenciamento eficiente de incidentes, visando minimizar os impactos negativos ligados ao tema; atender às prioridades do governo em matéria de manutenção e confiança; garantir a entrega contínua de infraestrutura nacional crítica.

2. Comunicação efetiva

O cuidado com a comunicação é essencial, especialmente diante de discordâncias e fake News que se multiplicam ao redor do mundo. Como reforça a PwC, a comunicação proativa para todos os grupos de partes interessadas, com base em informações factuais, é essencial para gerenciar a percepção pública do surto, minimizar as informações erradas e reduzir o pânico associado e, por consequência, o impacto negativo na economia e nos indivíduos.

3. Cuidados com os colaboradores

De acordo com a dimensão da empresa em questão, os desafios em relação à gestão de pessoas também muda. A PwC cita, por exemplo, a situação de organizações que enviaram, em caráter emergencial, funcionários para outros países. Isso sem contar aquelas que planejam colocar as linhas de produção em pausa devido a problemas na cadeia de suprimentos.

4. Cadeia de suprimentos

Como explica a PwC, nos casos em que há uma dependência de cadeias de suprimentos nas áreas afetadas, a rápida deterioração dos níveis de estoque está se tornando um risco significativo. Criam-se, então, alternativas de fornecimento. Naturalmente, a viabilidade futura dos negócios é uma preocupação percebida pela PwC.

5. Foco na informação

A partir da experiência obtida no trabalho com várias organizações durante os surtos de Ebola e MERS, a PwC percebeu que a falta de informações completas e precisas impedia que decisões precisas fossem tomadas com relação aos recursos necessários para controlar o surto e tratar indivíduos infectados. Capturar as informações corretas e verificar sua confiabilidade é vital, segundo a empresa.






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