Estratégias para deixar o dinheiro de lado

Nos pedágios, o uso de dinheiro em cédulas ou moedas se tornou uma polêmica, devido ao novo coronavírus. Entenda as soluções para isso

O COVID-19 transformou muitos hábitos humanos e, é claro, o contato entre as pessoas. Como consequência, o uso de cédulas e moedas no pagamento de serviços e produtos passou a ser visto com desconfiança, afinal, objetos em geral funcionam como um vetor do vírus. Nas estradas federais e estaduais, devido aos pedágios, esse novo cenário trouxe desafios, mas, fez com que empresas como a Veloe ganhassem visibilidade.

A empresa, que viabiliza o pagamento automático em pedágios e estacionamentos, desenvolveu uma série de iniciativas com foco na COVID-19. Um exemplo é uma live feita para clientes e gestores de frotas.

Mediada por Rizzo Miranda, diretora de digital & inovação da FSB, a conversa contou com a presença do médico Alfredo Salim Helito, clínico geral do Hospital Sírio-Libanês; Pedro Trucão, jornalista especializado em transporte rodoviário de cargas; e João Paulo Miranda, superintendente de produtos e canais digitais na Alelo. O debate girou em torno da saúde e da rotina dos caminhoneiros e motoristas que continuam trabalhando.

Facilitando

Além de iniciativas informativas, a Veloe realizou a entrega de 25 mil tags – item que, colado no veículo, viabiliza o pagamento automático em pedágios e estacionamentos – em rodovias de todo o país. A ação foi feita em parceria com 40 concessionárias.

“O objetivo dessa união de esforços é reduzir o fluxo de veículos nas cabines manuais e, consequentemente, diminuir o risco de contaminação pelo possível toque, proximidade ou manuseio de dinheiro, pelos profissionais que trabalham nas praças de pedágios e motoristas”, afirma Marcelo Costa, executivo responsável pela Veloe.

Nessa ação, as tags são gratuitas, mas o usuário paga 12 mensalidades grátis, sem taxa de adesão e nem fidelidade. “Muitos profissionais de serviços essenciais precisam continuar trabalhando e estamos usando nossa tecnologia como prestação de serviço a estas pessoas que não podem parar mesmo durante este período de distanciamento social”, diz Costa. Além de evitar contaminação, as tags agilizam as viagens e reduzem os custos de frenagens.

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