10 painéis imperdíveis do CONAREC 2020

Maior congresso de inteligência relacional e de comportamento do consumidor do mundo acontece nos próximos dias 7 e 8

Está chegando a hora do maior congresso de inteligência relacional e de comportamento do consumidor do mundo e você não pode ficar de fora do que vai rolar durante a programação dos dois dias de evento. Por isso, preparamos uma seleção com os painéis imperdíveis do CONAREC 2020.

Diferente das edições anteriores e tendo em vista o cenário envolvendo a crise do coronavírus, a edição 2020 do CONAREC vai contar com uma novidade: a experiência digital. São mais de 80 painéis que vão tratar sobre tudo que está em destaque no mundo da tecnologia e na relação entre empresa e consumidor.

Uma variedade de painéis com a participação de grandes especialistas na área dos negócios espera por você.

Primeiro dia – 7 de outubro

Anormal e anti normal: o despertar de um consumidor em reconexão

A partir das 9h15 da manhã, Nancy Giordano, futurista e estrategista corporativa, e keynote internacional do evento, irá falar como precisamos nos portar diante da realidade que estamos vivendo. Um vírus parou o mundo. Mas considerar que a restrição ao contato físico, uso de máscaras, ter a temperatura medida ao entrar em locais públicos, entre outras estranhezas é “normal” significa render-se ao clichê.

Na verdade, caminhamos para um período “anti normal”. É hora de fazer as perguntas certas e trazer respostas mais condizentes com uma mudança nos padrões de consumo e de resgate da confiança do consumidor. As empresas devem estar preparadas para essa realidade anormal, capaz de torná-las mais aptas a separar sinais de ruídos e estabelecer conexões reais e vínculos profundos com clientes à procurar de mais e melhores respostas para seus anseios, dúvidas e expectativas.

Lar, doce lar: home office é sinônimo de empresa digital?

De um dia para o outro, milhares de empresas tiveram de fechar suas portas por conta da pandemia do coronavírus. O caminho foi adotar modelos de home office e SmartWork. Muitas empresas também aceleraram a adoção ou evolução de seus canais de e-commerce, em diversos formatos, das lojas próprias aos grandes marketplaces. Toda essa movimentação, no entanto, não significa garantias de que a empresa é, de fato, digital. Até porque a transformação digital não passa nem perto do home office e fica longe do escritório. Ela se conecta com a incorporação dos dados como matéria-prima, a digitalização de processos e a adoção de modelos de negócios voltados para plataforma. Até que ponto as empresas têm consciência dessa visão? Quais as barreiras que enfrentam para atingir esse estágio? Vale a pena ser digital? Tudo isso será discutido em painel que acontecerá das 11h às 12h.

Gestão a partir do aprendizado: é possível realmente aprender com os erros?

O quinto painel do dia, que acontece das 12h às 13h, abordará um dos grandes conceitos originados na adoção de metodologias ágeis: o “fail fast”. Errar rápido, por meio de protótipos que podem ser rapidamente revisados ou descartados para permitir que as empresas consigam colocar inovação em prática. Essas metodologias defendem também a tolerância ao erro, uma forma de não inibir a capacidade criativa e a produção de soluções inovadoras em escala para resolver problemas de forma acelerada e conceber produtos que tenham aderência a públicos-alvo distintos. Mas as organizações estão realmente aptas a tolerar o erro? Em que dimensão? Qual é o limite que separa o “fail fast” do “never go wrong”? Existe alçada para o erro? Alguns profissionais podem “errar mais do que outros”? A cultura da tolerância ao erro convive com a busca da excelência ou essa busca é incompatível com um mundo digital, acelerado e voltado para escala, volume e eficiência?

“Justa na minha vez” – Minha experiência de liderar uma empresa sem sair de casa

O debate, que acontece da 16h às 17h, reúne líderes de grandes empresas para falar sobre as mudanças sofridas na dinâmica da liderança nos últimos meses. Planos e formas de gestão tiveram de ser rapidamente alterados ou adaptados para permitir que as operações pudessem enfrentar uma incerteza poucas vezes imaginada ou experimentada. Pode ser acaso, destino, fatalidade, mas o fato é que os gestores que estavam à frente ou assumiram o leme das empresas neste momento de pandemia certamente acumularam uma experiência que será registrada na história corporativa. Esse é o momento de começar a ouvir as histórias, aprendizados, ideias e decisões dos CEOs para sinalizar como suas empresas enfrentaram um dos mais desafiadores momentos da história global nas últimas décadas.

Até que ponto empresas brasileiras podem construir uma cultura resiliente a crises?

Resiliência, humildade, capacidade de adaptação, capacidade colaborativa. São várias as características e habilidades que empresas precisam empregar para se manter competitivas nesses tempos de pandemia. Em um país marcado por um histórico de crises dos mais variados tipos – confisco, congelamento, racionamento, desvalorizações cambiais, impeachments – é preciso entender que nossas empresas têm maior capacidade de resistir aos danos provocados pelo desenvolvimento do novo coronavírus. Mas até que ponto nossas empresas construíram culturas resilientes e fortes para superarem crises como a atual? Qual a visão e o papel das lideranças na disseminação de conceitos e valores que reforcem a essência das empresas para inovar e se adaptar às diferentes circunstâncias e cenários? Esse debate poderá ser acompanhado das 17h às 18h na plataforma do CONAREC.

Segundo dia – 8 de outubro

 Qual é o grande motor de persuasão dos consumidores nesta nova realidade?

Para começar o segundo dia do maior congresso de inteligência relacional e de comportamento do consumidor do mundo, o keynote internacional e especialista em psicologia do consumidor, Michael Barbera falará, das 9h15 às 10h, sobre conceitos de persuasão e comportamento do consumidor na atualidade. Diante de um cenário tão complexo como o que estamos vivendo, de que forma organizações e empresas podem influenciar positivamente o consumidor e construir laços, vínculos e confiança duradouros?

Dando sequência ao assunto, às 10h, lideranças irão discutir os conceitos apresentados por Michael Barbera.

O mundo VUCA de verdade começa agora. O que fazer, CEO?

Logo após o final da Guerra Fria, alunos da Escola de Guerra das Forças Armadas Americanas, cunharam um conceito chamado VUCA para descrever a Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade (em inglês volatility, uncertainty, complexity, andambiguity) do mundo naquele momento. Talvez aqueles alunos não pudessem vislumbrar o momento atual como o mais representativo até hoje deste conceito. Porque parece que nunca vivemos um período tão “VUCA”. Além da pandemia e suas consequências, vemos uma nova Guerra Fria, guerras comerciais, desafios ambientais e consumidores questionando valores e a procura de novas identidades que melhor os definam em suas jornadas. Nesse sentido, é legítimo perguntar aos CEOs, como agir, reagir e fazer empresas superarem esse ambiente. Questionamentos como as competências e habilidades que as lideranças precisam apresentar para levar negócios a um caminho menos turbulento serão feitos das 11h às 12h.

A gênese da inovação: empresas que se transformaram para enfrentar e vencer a crise

Toda crise representa um desafio extremo para empresas de todos os portes e segmentos. Isso porque a capacidade de adaptação a um novo cenário normalmente impõe a adoção de mudanças com cultura corporativa sendo colocada à prova a todo instante. Mas empresas são agentes de transformação e para isso, o uso disciplinado e sistemático de processos de inovação é normalmente o fator que as leva a superar adversidades. Nesse painel, que acontece das 15h às 16h, vamos conhecer as lições de empresas que souberam se adaptar e adotaram políticas de inovação efetivas para enfrentar um momento inédito na história corporativa e assegurar resultados sólidos. Empresas que lançaram as bases para uma reinvenção, com novas competências, ideias e inovações de valor.

Uma nova forma de competir: quais as habilidade para lidar com uma realidade anormal?

Uma realidade fragmentada, consumidores receosos procurando se preservar, outros mais cansados de quarentenas e saudosos de uma vida mais comum, arriscam-se em algumas atividades mais “normais”, como ir à academias ou restaurantes. Outros, em negação, veem a pandemia como guerra estatística e renegam todos os protocolos de cuidado. São vetores de incerteza que moldaram uma realidade anormal e, claro, forças imprevisíveis que mexem com a natureza dos negócios e das empresas. Grandes líderes responderão, às 16h, como reagir diante de uma crise pautada por sentimentos conflitantes, volatilidade e imprevisibilidade. Não basta ter resiliência, capacidade de adaptação e agilidade para enfrentar essa realidade anormal. É preciso um novo conjunto de habilidades que permitam às empresas oferecer valor para clientes e consumidores em busca de respostas, certezas e sentimentos positivos.

A.C/ D.C: novos rumos e oportunidades para a reconstrução do Brasil pós-pandemia

Antes da Covid-19, o mundo falava em Transformação Digital, falava no poder e na necessidade de inovar e até em economia compartilhada. Então veio o novo coronavírus e agora é o momento de refletirmos sobre o mundo depois dele. Um mundo de distanciamento social, incerteza, novos comportamentos, restrições (de contato, de entretenimento, de renda), mais imerso em formas de comunicação e trabalho digital e tudo isso em meio a um país com muita coisa a fazer. Nesse mundo que agora começamos a compreender, mais complexo e aprendendo a conviver com um vírus ardiloso, quais os aprendizados, os caminhos e possibilidades que o Brasil deve explorar para resolver seus problemas mais agudos? Como enfrentar a desigualdade, impulsionar o crescimento, estimular a inovação, retirar o peso excessivo do estado das costas dos cidadãos e empresas? Quais as oportunidades que este mundo que está se redesenhando pode oferecer para que o país cresça de forma mais justa, eficiente, sustentável para atingir o nível de vida e vitalidade econômica que todos esperamos? A discussão começa às 17h e encerrará o segundo dia de evento.


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