Dia das Crianças: Maioria pretende parcelar e gastar até R$ 200

De acordo com pesquisa da Social Miner, 62% devem usar o cartão de crédito para parcelar o preço dos presentes

Dia das Crianças deve movimentar setor varejista. Foto: Pexels

O comércio varejista tem corrido contra o tempo para se recuperar do período de lojas fechadas. Segunda data do segundo semestre mais importante para o varejo, o Dia das Crianças se aproxima e traz a expectativa de um alto faturamento, assim como em 2019, quando o setor movimentou R$ 3 bilhões, segundo pesquisa da Social Miner em parceria com a Opinion Box.

De acordo com o relatório deste ano, 62% dos brasileiros pretendem comemorar a data e, destes, 40% afirmaram que irão às lojas atrás de presentes. Entre os entrevistados, 48% pretendem presentear os sobrinhos, 42% os filhos e 7% pretendem se auto-presentear.

Pesquisa de preços

Os compradores são majoritariamente os que pertencem às classes A e B: 57%; nas classes C,D e E, o número cai para 37%. Dos compradores, 58% já começaram a pesquisar preços e ofertas, releva a pesquisa.

Segundo Ricardo Rodrigues, CEO da Social Miner, o ideal é antecipar e estender as ofertas, aproveitando o aumento no tráfego para cadastrar novos potenciais clientes e já ir aquecendo a base com condições especiais. Assim, na reta final, o varejista pode apresentar vantagens como descontos no frete ou entrega expressa, para conquistar os consumidores mais atrasados e garantir boas vendas durante todo o período.

Categorias mais buscadas

Os itens que mais devem movimentar o mercado são os brinquedos: segundo a pesquisa, 77% pretendem ir atrás desse tipo de presente. Em seguida, vem os jogos, com 35%; itens de Moda e Acessórios, 29%; e Eletrônicos, 25%

Intenção de compra no Dia das Crianças

Intenção de compra no Dia das Crianças.
Divulgação: Social Miner

Intenção de gastos

Segundo o relatório, mais da metade dos consumidores (51%) pretendem gastar entre R$ 50 a R$ 200 em presentes.

Entre os entrevistados, 62% devem usar o cartão de crédito para parcelar o preço dos presentes. Outros 40% pretendem comprar à vista, no débito, enquanto 38% usarão dinheiro vivo.

O comércio online deve receber 42% dos consumidores e, destes, 22% pretendem receber o produto em casa. Outros 22% desejam ter uma experiência híbrida, mesclando lojas físicas com compras online.

Há também os que pretendem celebrar, mas sem comprar presentes ou serviços de lazer. Estes representam 42%, e a justificativa principal é a necessidade de economizar. No entanto, 62% disseram que, se encontrarem preços baixos, podem mudar de ideia e ir às compras; 2% podem até comprar se o frete compensar; e 30% se considerarem o prazo de frente interessante.


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