Uma conversa sobre o desempenho da Chilli Beans no ambiente digital

Apesar de fazer parte de um segmento muito ligado à experiência física, a Chilli Beans tem melhorado cada vez mais seu desempenho no ambiente digital

Reinventar-se de maneira produtiva e eficiente é uma das prioridades das empresas no cenário de transformação digital durante o período da pandemia. A aceleração de processos e da digitalização, nos últimos meses, aconteceu de maneira espontânea para muitas empresas, mas, ainda é necessário buscar o equilíbrio entre o mundo online e o offine. Por isso, esse foi o tema de uma conversa entre Éric Visintainer, editor da plataforma Whow!, e Caito Maia, Fundador e CEO da Chilli Beans.

Na ocasião, o executivo contou sobre sua trajetória no universo do empreendedorismo, que teve início durante uma viagem para os Estados Unidos, na qual ele passou a comprar óculos para serem vendidos no Brasil. Na medida em que percebeu que teria resultados positivos, Maia decidiu criar sua primeira marca, chamada Blue Velvet. No entanto, o empreendimento não obteve bons resultados.

Apesar disso, o executivo não desistiu de continuar investindo no campo do empreendedorismo e fez do problema uma nova oportunidade de crescimento no mercado varejista. O CEO teve a oportunidade de ter seus óculos de sol vendidos em um importante evento multicultural, em São Paulo. O sucesso das vendas marcou o surgimento da Chilli Beans que, hoje, é a maior rede de óculos e relógios do Brasil.

De lá pra cá, a Chilli Beans tem investido na digitalização e elaborado estratégias de engajamento com o público digital. “Um dos maiores acertos que tivemos foi exercitar o cliente para que ele tenha dois pilares no ponto de venda em que comprou”, diz, se referindo às estratégias dos canais de venda online e offline.

Ultrapassando fronteiras

A Chilli Beans também implantou um novo segmento entre os produtos da empresa: os óculos de grau. De acordo com Maia, o novo investimento partiu do grande aumento pela procura do produto e, hoje, a empresa percebe uma boa aceitação do consumidor. A ideia é que sejam implantados 600 pontos de venda nessa área em todo o Brasil. “Estamos vendendo de 30% a 40% a mais do que imaginamos que iríamos vender”, afirma. Ele conta que o marketing da rede é calcado em pilares que atendem a um público diverso – o que é um diferencial no mercado. “Temos 4 pilares Música, Moda, Arte e Geek, em cima disso montamos o calendário (de lançamentos)”, diz Maia.

Diante de um mundo em total em transformação e um consumidor cada vez mais em conexão, Maia fala do novo desafio enfrentado no varejo. “O maior desafio é ter a precisão no estoque pra não frustrar o consumidor”, declara. Tendo em vista as futuras tendências no varejo, o fundador da rede que conta com 293 franquias espalhadas pelo Brasil, diz que o principal foco da empresa está em digitalizar a venda dos produtos nestas franquias. “O nosso foco agora é em cima da ótica e digitalizar redes, onde o consumidor tenha experiência online e offline”, afirma.

Visintainer, então, questiona o executivo sobre as futuras tendência no varejo online e offline. Maia defende que o foco para os próximos anos está voltado para as experiências reprimidas na vida do consumidor durante a pandemia. “Vamos focar na experiência no varejo físico, liberdade, viajar, cor, contato com o ser humano e suas experiências”, conclui.

 






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