A microformação e a Era da democratização do conhecimento

O consumidor de hoje, ao buscar um aprendizado, quer resultados urgentes. Nesse cenário, a microformação ganha relevância. Entenda o conceito

“Pressa”. Eis o substantivo do profissional dos novos tempos. A formação que procura nem sempre está no ensino ortodoxo com a velha grade curricular de 4 a 5 anos a ser cumprida. Ele quer aprender para ontem, com base em suas próprias necessidades. Precisa conquistar novas habilidades para praticá-las o mais rápido possível, de onde estiver, como explica Carlos Medina, sócio-diretor da São Paulo Digital School (SPDS).

“O método da microformação é mais enxuto, seja à distância ou, presencial. Menos amarrado às regras clássicas de condução do aprendizado ditadas pelo MEC. Vem se tornando uma experiência mais eficaz e prazerosa para muitos alunos, especialmente se o professor ou, palestrante, tiver domínio de oratória e souber integrar o seu público”.

Democratização e flexibilidade

Com valores e opções de pagamento populares, a metodologia ganhou novo fôlego ao longo da pandemia. Vem se popularizando, e é, antes de tudo, menos excludente.

“Não tem mais como dizer que o acesso ao ensino de uma pessoa do sertão de Pernambuco é deficitário, se comparado, por exemplo, ao de um aluno que mora na capital de São Paulo. A enorme maioria dos cidadãos tem sinal de internet. O estudante pode estar em qualquer entidade de ensino do país, com investimento muito menor. É a definição da democratização do acesso ao conhecimento”, comemora.

Desafios

Vale lembrar que o consumidor que optar pela microformação deverá estar atento na escolha de instituições confiáveis: que garantam qualidade na entrega do aprendizado, com professores que tenham habilidade oral e desenvoltura com o público. Principalmente nos cursos à distância.

Caminho sem volta

Com a tendência de um mundo mais híbrido e com melhor qualidade de vida pós-pandemia, o método veio para ficar! “Muito da evasão escolar das faculdades diz respeito a não adaptação do aluno aos formatos tradicionais e linguagens”, explica.

“Autonomia é dar ao indivíduo a chance de que ele mesmo desenhe o aprendizado assertivo para a sua carreira. É dar a oportunidade para que ele tenha formação técnica de onde estiver e possa ingressar no mercado mais rápido, capacitado com base em seus próprios interesses”, conclui.






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