Como a Claro está acompanhando tendências em serviços financeiros

A entrada da empresa nesse segmento trará benefícios para a experiência do cliente e para a organização. Conheça o Claro Pay

Os novos hábitos que surgiram na pandemia, especialmente aqueles relacionados a higiene, provocaram o aumento do consumo de recursos contactless. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Capterra, houve um aumento de 32% no volume de pagamentos digitais desde a chegada da COVID-19 ao País. Além disso, entre os consumidores que possuem carteira digital instalada, 96% pretendem seguir ou começar a utilizar a tecnologia após o término da crise sanitária.

Conscientes dessas tendências, algumas empresas têm acelerado seus investimentos nesse tipo de inovação. É o caso da Claro, que criou a Claro Pay, um aplicativo de celular de serviços financeiros que dá acesso a uma conta digital e pagamentos pelo celular e já foi lançado de forma integrada ao PIX. O app foi lançado primeiro para clientes convidados da Claro e, em janeiro de 2021, deve ser liberado para todos os clientes Claro e público em geral.

Como explica Mauricio Santos, diretor de Serviços Financeiros da Claro, esse é um recurso que une conectividade e a gestão financeira e beneficia especialmente aqueles clientes que não são bancarizados ou que não tem muita familiaridade com serviços prestados pelos bancos. “A ideia principal surgiu do seguinte questionamento: como nós, que conhecemos o cliente pré-pago e muitas vezes não bancarizados e sabemos do que ele precisa, podemos suprir outras necessidades dele?”, conta. “Faz muito sentido auxiliarmos na inclusão financeira e esse é um passo a frente que estamos dando para trazer uma nova facilidade.”

Roadmap

O Claro Pay é apenas um exemplo da atuação da Claro no sentido de expandir sua atuação em serviços financeiros. “Temos um roadmap que começou a ser colocado em prática há três anos”, conta Santos. “Ter um app de serviços financeiros que será muito mais utilizado pelo cliente traz benefícios para ele e para a Claro”.

Ele afirma que, embora ainda não seja muito comum a entrada de operadoras de telefonia nesse segmento, a tendência é real. Fora do Brasil, inclusive, essa estratégia tem funcionado. Além disso, reforça que o movimento de entrada em serviços financeiros não se restringe à operadora de telefonia: outros segmentos têm tomado essa atitude. A partir disso, a empresa considera inclusive a ampliação do uso do aplicativo pelo cliente – algo que, hoje, acontece em momentos pontuais.






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