Mudanças nos hábitos alimentares trazem oportunidades para o setor

Com a pandemia, as pessoas se empenharam em fazer suas próprias refeições em casa

As mudanças trazidas pela pandemia influenciaram o comportamento das pessoas e seus hábitos alimentares. Passando mais tempo dentro de casa, os consumidores se engajaram mais em preparar as suas próprias refeições. Nesse cenário, se priorizarem o cliente, empresas do setor alimentício podem encontrar oportunidades para fomentar negócios.

Essa é a conclusão da pesquisa “Quando a sorte não é uma estratégia”, conduzida pela KPMG com consumidores americanos. Os dados mostraram que, mesmo após o fim das medidas restritivas, a maioria dos respondentes (67%) pretende manter o hábito de consumir ou preparar refeições em casa.

Fonte: KPMG

“O conceito de que o ‘lar’ é o novo centro de convivência está se fortalecendo cada vez mais, fazendo com que para esta parcela da população que está vivendo mais em casa, a alimentação caseira seja cada vez mais presente. O momento é crucial para as organizações entenderem os novos hábitos e reverem suas categorias, se adaptando a novos padrões de consumo, movendo-se de porções para consumo individual para porções familiares. E ainda vemos outras oportunidades para serem exploradas tanto no Brasil como na América do Sul, pois os consumidores daqui fazem uso intensivo de tecnologia, dispositivos móveis e aplicativos de entrega”, afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e América do Sul.

A pesquisa também mostrou que há uma preferência pelo delivery e pela retida em loja, com 33% dos respondentes afirmando que é desta forma que estão recebendo os alimentos que compram. No entanto, o pedido de refeições no geral diminuiu. Ficar atento a essa tendência é uma forma de pensar os próximos passos do negócio.

Maurício Godinho, sócio-diretor líder de Alimentos e Bebidas da KPMG no Brasil, enfatiza que há novas oportunidades para as organizações. “Os novos padrões de consumo impulsionados pela nova realidade fazem com que as empresas do setor alimentício tenham uma janela de oportunidades para o avanço dos negócios desde que consigam se adaptar às novas tendências.”


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