Evolução da Alexa: a influência da assistente de voz no comportamento do consumidor

Oferecer uma jornada do cliente personalizada e disponível ao chamado da sua voz é um dos diferenciais da assistente virtual

Foto: Shutterstock

Cerca de 8 bilhões de assistentes de voz estarão ativas no mundo em 2024 – o triplo de 2018 – estima a Juniper Research. Isso porque o uso diário da voz para realizar tarefas e ditar comandos aumentou 47% entre os brasileiros durante a pandemia de Covid-19, segundo uma pesquisa da consultoria de data science Ilumeo. E a Alexa, da Amazon, é um excelente exemplo de como esse novo modo de se comunicar é efetivo.

Com a voice experience, alguns processos comuns e frequentes no dia a dia são automatizados de acordo o estudo Conversational CommerceWhy Consumers Are Embracing Voice Assistants in Their Lives, da Capgemini Institute Research.

Segundo o documento, 82% das pessoas fazem pesquisas rápidas, 67% ouvem música ou assistem vídeos em streaming, 36% pesquisam sobre empresas, 35% fazem compras, 28% realizam transações bancárias ou financeiras, e 70% gostariam de substituir atendentes de call center por assistentes de voz.

A pesquisa contou com a participação de mais de 5 mil consumidores nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha, e revelou que as assistentes de voz se tornarão a forma dominante de interação nos próximos três anos.

Nesse mesmo período, os clientes estarão dispostos a gastar 500% a mais do que agora. Outros dados relevantes apontaram que 23% preferem usar uma assistente a um website. Esse número deve aumentar para 40% em 2021.

Alexa: uma novidade a cada atualização

Pouco mais de um ano após sua chegada no Brasil, a Alexa continua se mostrando forte para seus usuários. “Quando lançamos a Alexa aqui no Brasil, em 2019, ela já veio muito mais poderosa e conectada que a lançada em 2014 nos Estados Unidos, herdando toda a evolução de seus primeiros cinco anos”, diz Ricardo Garrido, Country Manager da Alexa no Brasil.

Para Marina Zveibil, gerente de comunicação para dispositivos Amazon e Alexa no Brasil, é importante ressaltar que o produto é 100% brasileiro. “A experiência com ela não é uma tradução de um país para o outro. A Alexa brasileira traz a cultura, a linguagem, a culinária e as características do Brasil. Ela diariamente vence os desafios de entender diferentes sotaques e vocabulários; falar coloquialmente para entender contextos; reconhecer e abraçar referências e hábitos”, salienta.

Além disso, o aprendizado constante do dispositivo é realizado de várias formas. “Existem times dentro da Amazon trabalhando pelo aprimoramento da Alexa, incluindo informações relevantes sobre fatos recentes, criando surpresas sobre temas relevantes no Brasil e melhorando a experiência para os clientes diariamente”, completa a profissional.

Tracejando uma linha do tempo, o aparelho evoluiu significativamente em termos de funções e inteligência artificial. Acompanhe:

1. De novembro de 2019 para cá

O número de skills passou de 300 para mais de 1500, ou seja, quintuplicou! A evolução dos dispositivos também continua acontecendo: em 2019 foi feito o lançamento da família Echo de smart speakers: Echo, Echo Dot e Echo Show 5, e também o aplicativo Alexa gratuito para smartphones e tablets.

Com o passar do tempo, já foram lançados mais outros 6 dispositivos Echo. Além disso, o Fire TV Stick Lite, dispositivo de streaming para TVs, também foi lançado com Alexa embutida, permitindo aos clientes pedirem filmes, música e interagir com a inteligência artificial por meio da voz, acionando um único botão no controle remoto ou, ainda, comandando por um Echo, à distância.

2. 2020 mais acessível

Ao analisar avaliações de clientes no site da Amazon, havia uma oportunidade: os smart speakers Echo com Alexa estavam ajudando pessoas com deficiência e idosos a executar tarefas simples, como acender luzes e ligar aparelhos.

Pensando nisso, foi criado o Prêmio Alexa de Acessibilidade, anunciado em agosto de 2020, para incentivar desenvolvedores a criar skills focadas na melhoria da rotina de pessoas com deficiência motora, mental e visual.

Com isso, Alexa ganhou novas funcionalidades, por exemplo, o “Memória Sonora”, jogo da memória por sons que ajuda no desenvolvimento mental e cognição; ou como a skill que narra obras de artes para pessoas cegas.

3. O futuro é agora

Outra inegável evolução da Alexa no Brasil, é a integração com dispositivos de casa inteligente. Diversos produtos de outras marcas (Philips, Positivo, Samsung, Multilaser, Roomba, entre outros), foram lançados, como plugues de tomada, lâmpadas, fechaduras e aspiradores de pó compatíveis com a Alexa. Já são mais de 500 opções disponíveis no mercado nacional.

As mais variadas formas de uso

Com a assistente de voz pronta para atender a qualquer dia e hora, executar tarefas do dia a dia ficou muito mais fácil. “A Alexa pode automatizar a casa, acender luzes, ligar a TV, o ar condicionado, acionar aspirador de pó, abrir o portão, dizer as horas, acionar timers, rotinas e alarmes, tocar músicas, pedir comida, e tudo isso por meio da voz”, elenca Marina Zveibil.

Uma funcionalidade bastante utilizada do sistema é a lista de compras. “Basta dizer: ‘Alexa, incluir sal na minha lista de compras’. Na hora de efetivamente realizar as compras, a lista está pronta e basta pedir que ela te lembre dos itens, ou olhar pelo app, caso esteja no supermercado, e estará tudo lá. Já compras direto pela Alexa, são possíveis pelo site da Amazon”, afirma a gerente de comunicação.

A Alexa e o consumidor: uma relação cheia de estímulos

Com os dispositivos tecnológicos conectados entre si, os modos de interação e realização de atividades se altera, oferecendo mais conforto e comodidade, o que incentiva o gosto pela compra.

“A Alexa torna mais fácil experimentar novas formas de usar a voz para controlar suas rotinas sem sair do lugar ou sem ter que alcançar o celular. Ou seja, entrega o que as pessoas têm de mais valioso: o tempo”, finaliza Marina Zveibil.


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