Os 9 mini cursos de 2021

Confira os cursos livres que serão destaque no ano, despendem pouco tempo de formação a baixos custos

As microformações – cursos de pequena duração presenciais ou à distância – já se tornaram uma opção comum nesses tempos incertos. Com novos métodos de ensino que tornam o processo de aprendizado mais prazeroso, vêm sendo a alternativa para quem procura atuar em novas áreas ou desenvolver habilidades que lhes permitam economizar, por exemplo, com a contratação de funcionários.

No último ano, foram também o remédio para quem busca preencher o tempo com “mini doses de alegria”, a fim de desligar um pouco a cabeça das preocupações do momento atual.

“Mais acessíveis que os longos programas de formação ortodoxa, cabem no bolso e as aulas podem ser feitas nas mini janelas de nossas vidas. Tanto para quem quer uma nova carreira e tem pressa, quanto para aqueles que buscam atividades por terapia individual ou mero entretenimento”, explica Carlos Medina, sócio-diretor da São Paulo Digital School (SPDS).

De olho nas tendências dessa nova realidade, no bate-papo com a Consumidor Moderno o executivo listou cursos rápidos em alta em 2021 que poderão dar um ‘refresh’ para você que quer dar novos rumos à sua via ou negócio “para ontem”, mas sem gastar fortunas.

Tecnologia

“Essa já era uma das áreas mais promissoras da atualidade. No entanto, a nova realidade pandêmica fez emergir a necessidade por profissionais que dominem o mundo dos algoritmos, por exemplo, para entender e prever comportamentos para o processamento de pesquisas de dados conectadas à medicina”, diz Medina. Abaixo, o especialista cita alguns cursos já disponíveis nas microformações:

1) Telemedicina e Telessaúde: voltado para a capacitação de todos os profissionais da saúde envolvidos em atividades de teleassistência.

2) Inteligência Artificial: sem distinção de público, não é necessário conhecimento prévio de qualquer linguagem de programação. Para quem busca entender quais os métodos e algoritmos utilizados para construir sistemas inteligentes com a automação do pensamento.

3) Programação: também sem distinção de público, para quem deseja trabalhar logo e de casa mesmo, com a criação de sites.
4) Marketing Digital: capacita qualquer profissional a usar a internet de maneira estratégica nos processos de vendas empresariais com o intuito de aumentar a competitividade e autoridade das organizações em seus respectivos mercados de atuação.

Finanças

Pessoas físicas e jurídicas nunca estiveram mais preocupadas com dinheiro como nos últimos anos. E isso porque as instabilidades político-econômicas não vêm dando descanso. “Pensar em melhor administrar finanças pessoais e corporativas, especialmente diante da migração para o e-commerce, precisa estar nesse radar”, diz o diretor, que destaca as seguintes tendências para 2021:

5) Educação Financeira para pessoa física: para qualquer pessoa que tenha por objetivo aprender a controlar o orçamento familiar aplicando estratégias que podem zerar dívidas e contribuir com a sonhada liberdade financeira.

6) Investimento: para quem quer aprender a investir com bons ganhos e reconhecer oportunidades reais de rentabilidade, sem riscos.

7) Geração de Novos Negócios: para empreendedores que buscam criar iniciativas de inovação para atrair novos clientes, além de estratégias para fidelizar os já existentes.

8) E-commerce: para empreendedores que queiram dominar as principais técnicas para o aumento de suas vendas virtuais estabelecendo atendimento assertivo do primeiro contato, até a entrega do produto.

9) Vendas Online: para qualquer pessoa que busque maior entendimento sobre o comportamento humano e o domínio de técnicas para vender mais e melhor, entendendo as necessidades do consumidor a fim de encantá-lo e surpreendê-lo no momento certo.

Pós-pandemia

Carlos Medina também antecipou as principais áreas que deverão dar um match entre profissionais e o mundo corporativo no cenário pós-pandêmico, ainda sem qualquer data definida.

“Com o isolamento social e fatores ligados ao descontrole alimentar, atividades ligadas à saúde e alimentação terão procura significativa. Setores como os de hospedagem e turismo também serão destaque porque a nova tendência será a valorização do ‘não ficar em casa’, havendo apelo maior por estar mais perto da natureza”, finaliza.

 

 






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