Atendimento em casa: os ruídos não representam mais perigo

Entenda como inovadoras soluções de áudio e vídeo colaboraram com a transição do atendimento da empresa para casa

Desafio vem sendo o termo recorrente de todo o setor das Telecomunicações desde que o mundo deu lugar a um “novo mundo”. Há empresas que apostam no retorno presencial de seus funcionários só em 2022. Outras, tampouco contam com a continuidade do modelo tradicional após vencermos esse período sensível.

A pandemia, inclusive, fez virar realidade o desejo de muitos CEOs dessa cadeia essencial: o trabalho remoto (antes evitado) com menor parcela de trabalhadores presentes nos sites físicos.

Entre as empresas que compõem a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) e seus 387 mil funcionários (dos 1,5 milhão de colaboradores diretos e indiretos do setor), cerca de 60% – ou, 230 mil – passaram a trabalhar em home office como reação à COVID-19.

A mudança foi regulamentada por meio da aprovação da Lei 12.551/11 com a modificação do artigo 6º da Consolidação das Leis de Trabalho.

Mas, o desejo que se tornou realidade da noite para o dia, alterou todo o cenário: as companhias tiveram de driblar a falta de estrutura tecnológica das residências de seus colaboradores – uma significativa maioria que habita regiões desassistidas das cidades. Locais onde muitas vezes não há nem água encanada, que dirá internet.

Para tornar o novo modelo viável, muitas empresas do setor de atendimento tiveram de levar equipamentos e banda larga a esses domicílios. Setor de grande volume de empregos no país, em um universo de extrema competitividade: integra desde companhias robustas com mais de 78 mil funcionários, até players menores com algumas dezenas de colaboradores.

Agora, trabalhadores remotos passaram a ter garantias e direitos que antes não tinham, enquanto gestores passaram a contar com relações que incluem metas de produtividade e controle maiores sobre esses funcionários. Quem trabalha em casa terá de bater metas 15% superiores às dos trabalhadores presenciais.

Uma leva a outra

Mais de um ano após as mudanças radicais experimentadas, a categoria venceu. Graças ao universo B2B em que empresas colaboram para que outras empresas se mantenham em desenvolvimento. Caso da Poly – que não conseguiu construir uma parede ao redor do teleatendente para bloquear o barulho da TV de sua sala – mas criou o headset Voyager Focus2.

O aparelho funciona como uma “zona de foco” com engenharia desenvolvida pela Global – especializada no desenvolvimento de produtos de áudio e vídeo, com 75 escritórios espalhados pelo mundo.

“É a união do design e do conforto para usar o dia todo com o auxílio de software, inteligência artificial, análises e insights. Muitas pessoas tiveram que se adaptar a novas ferramentas, movimento que promete não ter volta já que muitos empregadores vão aderir ao modelo híbrido de trabalho. Somos acostumados com a tecnologia e queremos levar experiência ao trabalho remoto para muito além da mera conectividade”, diz Paulo Sierra, Diretor Executivo da Poly Brasil.

No processo de desenvolvimento e implementação de soluções para facilitar a transição escritório/casa da categoria, o executivo destaca os maiores desafios vencidos.

“No início, as maiores dificuldades foram, sem dúvida, a adoção da tecnologia e administração do tempo em relação à rotina de cada um dentro de casa, além da escolha de um espaço que pudesse ser ‘escritório remoto’ neste período de afastamento”.

Residências periféricas costumam contar com poucos cômodos e mais moradores que as casas e apartamentos das cidades. Características que demandaram maior atenção. “A Poly acompanhou toda essa transição e trabalhou tecnologias que agora elevam a qualidade desse trabalho. Minimizam a perda de foco e concentração e agregam qualidade e conforto a seus usuários”, afirma.

Poly Studio P Series

As necessidades do período inspiraram a multinacional a desenvolver itens de uso pessoal como a linha Poly Studio P Series. A série de dispositivos de vídeo elaborados para quem pretende impressionar a cada conversa com áudio premium e câmeras de alto desempenho que compensam os desequilíbrios de iluminação.

“A linha foi lançada no começo do ano e nos orgulha muito. Não pode faltar no ambiente remoto de trabalho. Tem como função principal trazer mais qualidade ao home office, alinhando conforto e tecnologia, evitando distrações e desconfortos causados por interferências externas e a falta de qualidade de som e vídeo”, comemora o executivo.

Reconhecimento em dose dupla

A comemoração do diretor tem outros fundamentos. Em 2020 a Poly foi reconhecida pela Frost & Sullivan – empresa de consultoria de negócios sediada na Califórnia (EUA) com foco em pesquisa e análise de mercado – como líder em Inovação Tecnológica Global.

Seu portfólio de fones de ouvido profissionais diversificado foi considerado “em constante evolução”, pela segunda vez, na mesma premiação.

“Nosso objetivo é oferecer as melhores soluções de Áudio e Vídeo em alta qualidade para que nossos clientes possam ter a melhor experiência dentro e fora do escritório, em qualquer lugar e a qualquer hora!”, finaliza.






Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS