Atenção à Business Performance: como os dados auxiliam o desempenho empresarial?

Impactos positivos podem ser vistos nos âmbitos interno e externo

Foto: Shutterstock

* Por Guilherme Tavares *

Atualmente, a figura dos dados representa uma grande oportunidade para que empresas amadurecidas digitalmente conquistem resultados promissores, em diversas frentes operacionais. Dentro do conceito de Business Performance, que se relaciona ao desempenho do negócio, em tradução direta, a utilização de políticas de inteligência analítica mostra-se fundamental, na medida em que fundamenta decisões mais assertivas e seguras. Isso posto, é preciso entender o real impacto dessa movimentação inovadora e suas consequências para novas estratégias.

Olhando para o âmbito interno, é possível construir uma cultura que priorize o desempenho de seus profissionais, oferecendo insumos para que a performance seja potencializada, sob a premissa de conceder uma abordagem estratégica aos colaboradores. No campo externo, especialmente no contato com o cliente, o peso do Business Intelligence (BI) é perceptível em jornadas enriquecedoras, que aumentem as chances de uma fidelização.

Respaldo analítico transforma realidade operacional

No espectro de uma governança corporativa, é esperado que o gestor procure os métodos de trabalho mais adequados a suas equipes de profissionais, criando um terreno propício à produtividade de todos. Porém, é necessário que se possua algum tipo de referencial técnico, que indique, por meio de informações confiáveis, as práticas mais vantajosas no que diz respeito às capacitações das pessoas e o próprio crescimento do negócio.

Na prática, priorizar noções de Business Performance significa, em resumo, contar com o uso de artifícios para que o desempenho pessoal e coletivo atinja seu ápice, dentro de um sistema organizacional em constante melhoria. Afinal, ter o apoio de soluções inovadoras, que possibilitem esse manuseio inteligente sobre os dados disponibilizados, o caráter de escalabilidade torna-se inerente, deixando que a intervenção humana fique a cargo de analisar e aproveitar os insights gerados, enquanto a tecnologia cumpre sua função sobre procedimentos repetitivos.

Sem dúvidas, o processo de tomada de decisão representa uma das etapas mais potencializadas pelo BI, sendo um ótimo ponto de partida para compreendermos a relevância de se pensar em informações como aliadas estratégicas. Essa proposta, se conduzida de forma ampla e inclusiva, abre espaço para que as escolhas realizadas no dia a dia das operações provoquem os efeitos desejados, especialmente sobre o desempenho dos profissionais.

O que muda para o relacionamento com o cliente?

Se no aspecto interno os dados servem de grande valia para que novas estratégias sejam implementadas, afetando a produtividade das equipes, a lógica pode ser refletida externamente, sob a figura dos clientes. Podemos, inclusive, utilizar um exemplo bastante significativo: o e-commerce. Com o Business Intelligence atuante em relação à colheita de informações, o departamento de marketing poderá contar com referenciais assertivos quanto às características decisivas do público-alvo, como hábitos comportamentais, maiores necessidades, entre outros elementos que certamente facilitarão a conversão.

No ambiente digital, dada à amplitude de ferramentas e mídias sociais, existe uma grande variedade de meios para se consolidar uma jornada marcante com o usuário, por meio de planos estratégicos diversos. Entretanto, também é factível que não se pode construir campanhas e métodos de comunicação sem qualquer respaldo de confiança. É nesse sentido que a inteligência analítica impacta, positivamente, a performance apresentada pelo cliente em potencial.

Para encerrar o artigo, destaco o diferencial competitivo ligado à Business Performance, originado por uma condução bilateral: no ambiente físico, por meio do suporte analítico para decisões que simplifiquem a vida dos colaboradores e os readéquem estrategicamente, e no setor comercial, concedendo muito mais assertividade na forma que a empresa se comunica com seu nicho de mercado. No fim, os benefícios são sentidos nas duas áreas e convergem para uma excelência operacional indispensável nos dias de hoje.

* Guilherme Tavares é CEO do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) do Grupo Toccato


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