O futuro da telemedicina após a pandemia

Um recente estudo investigou o futuro da telemedicina após a pandemia. Aliás, a Era do Diálogo também vai debater o assunto este ano

Crédito: Pixabay

A telemedicina já virou uma realidade na vida de milhões de brasileiros, mas o que vai acontecer esse meio de atendimento na saúde após o fim da pandemia?

Um estudo feito pela Capterra, plataforma de busca e comparação de softwares, fez essa pergunta a milhares de brasileiros e o resultado confirmou aquilo o que os planos de saúde e os profissionais da saúde já desconfiavam: os brasileiros gostaram da novidade e seguirão com essa modalidade de atendimento após a completa vacinação e o fim de todas as regras excepcionais de distanciamento social.

De acordo com a pesquisa, seis de cada dez pacientes já sabem o que é telemedicina. Destes, mais da metade (55%) afirmam já terem utilizado consultas por meio desse recurso. Além disso, quase metade (46%) dos que já experimentaram a modalidade disseram que vão aumentar o uso após o fim da pandemia.

Coronavírus

Entre os que experimentaram a modalidade, 54% dizem que optariam pela telemedicina se tivessem sintomas parecidos aos da COVID-19 (como tosse, febre, dor de garganta e dificuldade para respirar). O medo da exposição a uma possível contaminação foi o motivo apontado por quatro de cada dez entrevistados para o uso da telemedicina.

Nesse sentido, metade dos entrevistados que já utilizaram recursos de Telessaúde afirmam ser muito mais provável selecionar um profissional que ofereça esse tipo de consulta em comparação com um que não o utilize. O estudo ouviu 1004 pacientes de todo país entre os dias 11 e 15 de dezembro de 2020.

46% dos que já experimentaram a modalidade disseram que vão aumentar o uso após o fim da pandemia

Nos próximos dias 27 e 28, acontece a Era do Diálogo 2021 e um dos temas será justamente a própria telemedicina. Veja programação completa no site.

Além disso, que tal rever um recente webinar que fizemos sobre saúde digital?


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