A jornada da experiência: a importância de envolver o consumidor

Passado, presente e futuro. Produto, serviço e experiência. Assim caminha a humanidade.

A jornada da experiência: a importância de envolver o consumidor

Provavelmente, você tenha que explicar a seus familiares, ou amigos de um ciclo diferente do seu, de forma mais lúdica ou didática o que algumas pessoas da sua equipe ou até mesmo a sua empresa faz. Nunca se tornou tão veloz a introdução massiva do termo “X”, originado de “Experience” (ou experiência) em nosso universo corporativo.

Assine a nossa newsletter e fique atualizado sobre os principais debates do universo do CX

Customer experience (CX), User experience (UX), Brand experience (BX) e já emergente em outros continentes o People experience (PX).

O consumidor continua sendo o centro de tudo (clientecentrismo), e não existem mais fronteiras ou barreiras que distinguem esse consumidor do público interno ou externo das corporações. Ou seja, ao falarmos de experiência cada vez mais vamos provocar uma mudança de pensamento que permeia colaboradores e clientes. A intersecção desses conceitos permeia um novo conceito de pensar e realizar.

Jornada da experiência

É fato que a evolução da nossa sociedade do consumo, deve sua base na criação e desenvolvimento de produto (advinda do processo de manufatura), que posteriormente migrou para a entrega de serviços. E hoje segue um caminho (nesta geração) para a entrega constante de experiências (vide “x” acima).

Tudo isto não é novo, para nós.


Mas, o que devemos observar ao cruzarmos a evolução que ocorreu nessa linha do tempo, com os conceitos de compressão do tempo (cada vez mais, em intervalos menores, revoluções no formato que a sociedade se comporta, consome e relaciona, vão acontecer) é que se você não se preocupa em gerar uma experiência, atrelada ao seu produto ou serviço, em breve seu espaço no mercado será aos poucos tomados por alguém que faz isso e não necessariamente seja essa entidade ou um concorrente direto ou próximo.

Assine a nossa newsletter e fique atualizado sobre os principais debates do universo do CX

Vender, entregar ou encontrar o avatar que nos consome já não é o desafi: isso o data mining atrelado ao learning machine resolve. A área de vendas como era conhecida, hoje vai morrer. E passaremos (como muitas empresas já fazem – vide Tesla), a ter a obrigatoriedade de proporcionar em cada ponto de contato, uma experiência ressonante na vida daqueles que estão sendo impactados por determinada atividade.

Entregar experiência como serviço e solução como produto é o caminho e a trilha que percorremos juntos.

*Natanael Sena é membro da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC), filiado à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a International Brain Research Organization (IBRO), Natanael Sena é Sócio da Brand & Stories e Fundador da InSenna Storytteling. 


+ Notícias

Customer centric movimenta as inovações em mobile banking

Cashback ou pontos: qual é a estratégia de fidelização correta?




Acesse a edição:

MAIS LIDAS

VEJA MAIS

ÚLTIMAS

VEJA MAIS