Cocriação: o caminho para o sucesso de marcas em plataformas de vídeos curtos

Apps de vídeos curtos têm conquistado a atenção dos consumidores. Entenda como o conceito de cocriação pode ajudar as marcas nesse ambiente

O marketing de influência é uma tendência que se consolidou no mercado brasileiro nos últimos anos. Segundo dados da CB Insights, empresa de inteligência, essa indústria movimentou aproximadamente R$ 6,5 bilhões em 2021. De forma igualmente exponencial, o mercado da comunicação tem assistido ao crescimento da relevância dos vídeos curtos para os usuários de redes sociais. Recheados de boas narrativas e entretenimento, os apps de vídeos curtos conquistam a atenção dos consumidores justamente por terem um conteúdo ágil e relevante.

Mas, então, como acompanhar tantas tendências em meio à pressão por conversões, consideração de marca e outras tantas metas para manterem-se presentes na rotina dos consumidores? Um caminho é bem óbvio, não há como frear essas tendências ou negá-las. A melhor saída é unir o melhor dos dois mundos em estratégias de comunicação que estejam alinhadas com as regras de negócios de cada produto ou empresa.

É nesse contexto que surge o conceito de cocriação, que apesar de não ser exatamente novo para marcas e criadores de conteúdo, ganha um novo aspecto quando falamos de vídeos curtos. Afinal, os creators dessas plataformas dominaram o formato com excelência e continuam se conectando com seus seguidores de forma única, enquanto poucas marcas conseguem alcançar e conversar com seu público-alvo na mesma proporção.

Porém, para funcionar, a cocriação precisa envolver muita conversa, alinhamento e confiança entre os criadores e os profissionais de marketing por trás da estratégia. É um briefing de mão dupla porque o objetivo não é mudar a linguagem do influenciador e deixá-lo engessado, mas sim inserir a mensagem da marca ou produto no discurso leve e fluído do creator. Ambos precisam estar em harmonia.

Com isso, plataformas de vídeos curtos como o Kwai assumem cada vez mais o protagonismo no papel de ponte entre empresas e influenciadores, uma vez que entendem o modelo de negócio de ponta a ponta e podem guiar as marcas pelo universo do engajamento, likes e performance. Para isso, apps de produção e compartilhamento de vídeos curtos formam um verdadeiro squad de criadores de conteúdos que estão à disposição para levar a mensagem de marcas a seus seguidores de forma criativa, relevante e baseada em uma narrativa que engaje o público-alvo.

Toda a negociação é facilitada pela expertise que as plataformas de vídeos curtos têm sobre o que engaja ou não na rede, além da parceria com criadores que oferecem melhor performance na rede em cada nicho. As plataformas entendem que cada campanha deve ser tratada de forma única, por isso um criador que funcionou muito bem em uma ativação, pode não funcionar para outra. Tudo depende de variáveis como etapa do funil, objetivo da comunicação, tempo de campanha, entre outras.

O marketing de influência é uma arte complexa de ser executada com excelência, porém admirada e consumida amplamente pelos usuários nas redes sociais. Por isso, cocriar com quem domina essa arte por inteiro, parece ser um atalho para estratégias de comunicação bem-sucedidas para a audiência.

*Ari Martire, Head de Sales do Kwai no Brasil


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