10 anos de A Era do Diálogo celebra o direito de discordar

Durante abertura da cerimônia, Roberto Meir destaca que as relações de consumo refletem uma sociedade em constante transformação e amadurecimento

Dez anos. Esse período representa muito. A Era do Diálogo, em seus 10 anos, passou incólume pelos cenários mais adversos, inclusive a pandemia causada pela covid-19. O diálogo, em todos os formatos, é importante para a cada indivíduo e a sociedade, que pode estabelecer um olhar a que não seja o “nós contra eles”, como um reflexo de uma sociedade contaminada pela polarização.

O diálogo, por sua vez, se tornou algo muito raro, especialmente entre pessoas que pensam diferente. Isso não ocorreu nos palcos dos debates promovidos pela A Era do Diálogo e as lideranças de empresas e órgãos de defesa do consumidor.

“Após três anos de nosso último evento presencial, voltamos ao convívio com a comunidade maravilhosa aqui presente. Temos conosco diversas lideranças que representam também o que há de melhor e mais transparente em prol da harmonização das relações de consumo no Brasil. São lideranças que não renunciaram a um bom debate, ao respeito às ideias dos outros, principalmente, ao inalienável direito de discordar”, enalteceu Roberto Meir, CEO do Grupo Padrão e Publisher da Consumidor Moderno durante o evento especial de 10 anos de A Era do Diálogo realizado no Hotel Renaissance na noite de 30 de março.

A Era do Diálogo

Roberto Meir, CEO do Grupo Padrão, fala da sobre A Era do Diálogo a lideranças, profissionais e autoridades que atuam em prol da harmonização das relações de consumo

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Voltamos ao convívio e assistimos ao começo do fim da pandemia – que trouxe tanto afastamento social. “Essas lideranças acreditam na troca de ideias tendo a certeza de que essa é a melhor solução para um crescimento equânime e sustentável”.

Meir falou sobre a construção de pontes, um desafio da realidade atual, especialmente no contexto atual, de polarização, uma tendência que prevista desde 2015, nos 20 anos de Consumidor Moderno.

“As lideranças aqui presentes acreditam na troca de ideias, experiências e visões. Tudo de forma colaborativa, tendo a certeza de que esta é a melhor receita para oferecer as soluções que o Brasil precisa para crescer de forma mais justa, equânime e sustentável. Com este mote, estamos aqui para celebrar essa disposição para a conversa, para o diálogo e a construção de pontes. Temos a certeza de que os desafios atuais nas relações de consumo refletem uma sociedade em constante transformação e amadurecimento”.

A Era do Diálogo e os dez anos atuando na proposta do debate

O CEO do Grupo Padrão também citou alguns desafios como a privacidade, a regulação das redes sociais, a revisão do decreto dos SACs, a inclusão digital, a diversificação dos serviços financeiros, cada vez mais complexos, os agudos problemas no sistema de saúde privado, o e-commerce e seus gargalos de entrega. “Isso é uma pequena amostra dos desafios que se interpõem para todos que se preocupam com a premente e urgente redução dos inúmeros litígios entre empresas e consumidores”.

Afinal, lembrou Meir, o litígio traz custos insuportáveis para toda a sociedade e, de fato, o consumidor paga a fatura do litígio, que faz parte do custo Brasil. “Todos os custos são passados ao consumidor, que acaba pagando a fatura. É justamente esse consumidor que queremos defender.”

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Durante a abertura, o CEO do Grupo Padrão enalteceu as profissionais, lideranças e as empresas que se dedicam diariamente a solucionar de conflitos de consumo buscando soluções inovadoras, que tornem mais fluido, simples e rápido o tempo e a vida do consumidor”.

A Era do Diálogo segue adiante para que, juntos, por meio do diálogo franco, possamos construir uma sociedade mais próspera e melhor.

Jacques Meir, diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão, aproveitou para comentar que a comemoração dos 10 anos de A Era do Diálogo trouxe um debate sobre dois grandes especialistas em Brasil: “o Brasil de verdade, invisível, das favelas”, e anunciou Renato Meirelles, sócio-fundador do Instituto Locomotiva e do Data Favela, e Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa) e CEO da Favela Holding.

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