Gestão pós-pandemia: conheça as medidas assertivas empreendidas pela SulAmérica

Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da empresa, ilustra quais foram as principais transformações e desafios organizacionais no período pós-pandêmico

Tempo de leitura: 4 minutos

27 de junho de 2022

Foto: Shutterstock

Nos últimos anos, ou melhor, nos últimos dois anos, devido a pandemia de covid-19, diversas mudanças e readaptações foram realizadas nos mais diferentes setores sociais, sejam eles particulares, educacionais ou profissionais.

No campo corporativo, entre as principais modificações, podemos citar o formato de trabalho (remoto e híbrido), o atendimento ao público, os tipos de seleção e contratação, entre outros.

Sem demasia alguma, é possível afirmar que as transformações ocorridas no período pandêmico vieram para moldar a rotina administrativa de milhares de empresas.

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Mudanças realizadas da pandemia para o pós-pandemia

Apesar de grandes mudanças terem sido realizadas no período pandêmico, o atual momento – o pós-pandêmico – também demandou algumas modificações nos ambientes corporativos.

Grandes empresas, visando o bem-estar dos colaboradores, investiram nessas readaptações. Esse é o caso da SulAmérica, que é considerada a maior companhia seguradora independente do Brasil.

Segundo Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica, a principal alteração trabalhista se configurou pela passagem das funções remotas para a híbrida.
Ela explica que essa transmutação ocorreu após uma análise interna da instituição, que, por meio de pesquisas, entrevistas individuais e grupos focais, visou uma escuta ativa dos funcionários.

Desse modo, foi descoberto que 99% dos trabalhadores preferem o modelo híbrido, pois os mesmos acreditam que esse formato oferece uma melhor qualidade de vida.

Principais desafios enfrentados pelas empresas

Com as mudanças que estão ocorrendo na era pós-pandemia, a gestão administrativa e o RH de muitas instituições, inclusive os da SulAmérica, ainda enfrentam alguns obstáculos para a estabilização dos processos organizacionais.

De acordo com Patrícia Coimbra, o primeiro grande desafio está relacionado aos novos modelos de ofício e a maneira que as corporações lidam com eles.

“Durante a pandemia, as pessoas perceberam que, a depender da função, é possível desenvolver um trabalho de forma híbrida ou até mesmo 100% remoto. Por essa razão, elas estão em busca de uma maior flexibilidade nas ocupações”, esclarece Coimbra.

A vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica ainda comenta que a segunda adversidade das empresas – ligada diretamente à primeira – é a retenção dos indivíduos. Isso porque, segundo ela, nos dias atuais, além de buscarem por formas diferentes de trabalho, os profissionais também desejam encarar novos desafios no ambiente corporativo.

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Resolvendo os conflitos

Como visto acima, os principais desafios para as instituições no período pós-pandêmico estão relacionados ao formato de trabalho e a retenção de pessoas. Contudo, uma pergunta que fica no ar é: como as empresas irão solucionar esses conflitos?

Para Patrícia Coimbra, uma grande solução é a busca por uma maior parceria com os profissionais, tendo como base a orientação para o empoderamento dos diferentes times.

No caso específico da SulAmérica, Coimbra relata que a companhia realizou uma pesquisa de mercado e escutou diversos colaboradores para entender o que eles mais precisavam e desejavam. Com isso, a corporação conseguiu reforçar na rotina dos funcionários o conceito de saúde integral, no qual o bem-estar físico, financeiro e emocional andam em equilíbrio.

Antecipando os conflitos

Quando falamos em conflitos corporativos, um ponto desejado por muitos é saber como antecipá-los, ou seja, descobrir, com certa antecedência, qual dificuldade ou disfunção irá surgir a curto ou longo prazo. Contudo, essa tarefa está longe de ser algo palpável.

“A pandemia veio nos mostrar que não temos controle e não sabemos o que pode vir a acontecer em um próximo momento, mas o trabalho em equipe estruturado faz com que os novos desafios sejam enfrentados da melhor maneira possível”, declara Patrícia Coimbra.

Aprimoramento da relação com o colaborador interno

Outro ponto importante na gestão de qualquer empresa, seja no momento pandêmico ou pós-pandêmico, é a boa relação com o colaborador interno.

Patrícia Coimbra afirma que a maneira mais assertiva de relacionamento dentro das instituições é através da escuta ativa. De forma específica, ela cita que a SulAmérica já trabalha com essa premissa há algum tempo.

“Já realizamos duas pesquisas sobre aprendizado dentro da companhia. A primeira, organizada em agosto de 2021, teve como objetivo compreender o perfil de aprendizado dos nossos colaboradores. A segunda, realizada em 2022, fez parte do estudo de Cultura de Aprendizado da SulAmérica. Nesse último, organizado em parceria com a consultoria Növi, realizamos entrevistas, grupos focais e uma pesquisa baseada na metodologia do DLOQ (Dimensions of the Learning Organization), com o objetivo de aprofundar em cinco pilares a cultura de aprendizado da empresa: Narrativa de Aprendizagem, Práticas de Treinamento e Desenvolvimento, Aprendizagem Informal, Papel da Liderança e Aprendizado Autodirigido”, reitera.

Por fim, a vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica expõe que a escuta ativa apontou que os funcionários reconhecem a variedade de formas de aprendizado oferecidas pela instituição. Além disso, através desse mapeamento, a própria companhia entendeu a importância da liderança como patrocinadora de um caminho de conhecimento constante para todos.

E os planos para o futuro?

Ao longo do texto, podemos observar a excelente gestão oferecida pela SulAmérica nesse momento pós-pandêmico. Entretanto, a última dúvida que resta é: quais serão os planos futuros da empresa?

Questionada sobre o tema, Patrícia Coimbra menciona que a tendência da companhia é evoluir as atividades existentes, como os programas “Inclusão e Diversidade” (aceleração de cinco importantes frentes: raça e etnia, equidade de gênero, LGBTI+, pessoas com deficiência e gerações) e o “Bem+Estar” (acolhimento e suporte às questões de saúde emocional dos colaboradores).

Dicas para tornar a gestão de uma empresa mais assertiva

Por último, Patrícia Coimbra cita algumas orientações essenciais para tornar a gestão de qualquer empresa muito mais assertiva. “Acredito que a principal dica é sobre a importância da escuta ativa de seus colaboradores. Quando entendemos as necessidades, conseguimos proporcionar uma gestão mais inclusiva, assertiva e que se mostra em busca de melhorias. É também fundamental assumirmos quando algo não sai como o planejado, além é claro, de realizarmos os ajustes necessários”.

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