Streaming de vídeo pode ser o mais eficiente pilar da publicidade no Brasil

Estudo mostra que 81% dos brasileiros memorizam os anúncios do streaming por até 24 horas após serem impactados

Tempo de leitura: 2 minutos

28 de junho de 2022

Foto: Pexels

Não é novidade para ninguém que o streaming de vídeo está conquistando cada vez mais espaço dentro do coração do consumidor — em especial dos mais jovens. A mágica, no entanto, é que a concorrência entre eles começa a ser acirrada, posto quer boa parte dos estudos mostram que a maior parte dos consumidores hoje assina ao menos dois aplicativos. E, com tamanha popularidade entre esse público, os esforços em publicidade se intensificaram nos últimos meses. É o que mostra a pesquisa realizada pela Rakuten Advertising: 81% dos brasileiros memorizam anúncios do streaming por até 24 horas após serem impactados.

Na média mundial, 60% dos espectadores se recordam corretamente de um anúncio 24 horas depois de vê-lo no formato de TV Conectada (CTV), mas por aqui, essa memória é mais presente. Estamos inclusive à frente dos espectadores da Espanha (70%); Itália (66%), Alemanha (56%), França (54%), Reino Unido (54%) e EUA (36%).

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O streaming de vídeo já está tão eficiente quanto a TV
para as publicidades

Para além da memorização, o estudo também contemplou a repercussão dessa publicidade, bem como o reconhecimento das propagandas. E os resultados foram surpreendentes: 56% dos brasileiros acreditam que essa repercussão é mais eficiente quando conteúdo está relacionado ao do streaming de vídeo.

Outro dado que espanta é que, quando o assunto é eficácia da publicidade, o streaming já está inclusive ultrapassando os demais canais de entretenimento, como a TV aberta ou por assinatura. E quanto mais personalizadas as publicidades — usando como base um estudo do próprio público majoritário do streaming de vídeo em questão —, melhor é o desempenho na recordação daquela propaganda.

Leia mais: O boom de streamings e a tendência de propaganda orientada ao valor

“Quando o anúncio do produto prioriza o contexto, ele repercute mais e gera melhor recall, com maior propensão à compra. Uma abordagem que só é possível por meio da compreensão do humor do espectador – algo exclusivo no streaming de vídeo e uma das razões pelas quais ele alcançou a TV tradicional em relativamente pouco tempo”, afirma diz Luiz Tanisho, vice-presidente da Rakuten Advertising no Brasil.

Fixação da mensagem à parte.
O público, de fato, compra a partir desses anúncios?

Ao que tudo indica, os anúncios nos streamings de vídeo ainda não são “irritantes” ou visualmente descartados, como ocorrem em páginas da web e/ou no início dos vídeos — estudos mostram que a maior parte dos telespectadores do YouTube chegam a desconsiderar a compra de um produto anunciado com frequência antes dos vídeos.

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Pelo contrário, nos streamings, a propaganda está “melhor mesclada”. Globalmente, 71% dos entrevistados compram ou comprariam um produto ou serviço depois de ver o anúncio no streaming de vídeo. E isso funciona ainda melhor no Brasil, onde a porcentagem alcança os 81%.

“Essas descobertas demonstram o motivo pelo qual a publicidade em plataformas de TV Conectada é parte intrínseca de uma estratégia de mídia bem-sucedida”, afirma o executivo.


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