O que esperar do comércio eletrônico no segundo semestre do ano?

Tecnologias ditam novas tendências e os e-commerces necessitam investir em soluções flexíveis e robustas para navegar a grande onda digital

Tempo de leitura: 2 minutos

18 de julho de 2022

Foto: Pexels

Com a aproximação de importantes datas para o comércio brasileiro, como Dia das Crianças, Black Friday e Natal, paralelamente aproximam-se também as análises do que se esperar para o segundo semestre do ano, principalmente, no que se refere ao e-commerce.

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Apesar do setor varejista ter voltado a focar esforços nos espaços físicos, uma pesquisa do Google em parceria com a Euromonitor, analisou que até 2025, o e-commerce crescerá cerca de 42% em território nacional, com o varejo sendo responsável por 39% desse crescimento total de vendas.

Além disso, segundo o estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, 70% dos consumidores pretendem continuar comprando pela internet.

Por isso, estratégias omnichannel deixaram de ser um grande diferencial e passaram a ser o básico entre as empresas que procuram se destacar na acirrada competição digital. Saíram na frente nessa disputa as empresas que conseguiram possibilitar a criação de uma jornada de compra única ao integrar todos os pontos de uma operação de multicanalidade efetiva.

Para este semestre, com grandes datas sazonais à frente, os comércios eletrônicos precisam estipular processos sustentáveis e duradouros que se alinhem às novas tendências e novidades do mercado.

Por exemplo, tendências globais, como live e-commerce, têm ganhado força em território nacional e podem ser uma estratégia inovadora para marcas que queiram se destacar em importantes datas. Segundo a consultoria eMarketer, o formato deve movimentar mais de US$ 500 bilhões globalmente em 2022.

Leia mais: Live e-commerce une os “ingredientes” favoritos do consumidor para alavancar vendas

Neste sentido, as marcas podem utilizar plataformas de transmissão ao vivo, como o Kwai, que ampliam e diversificam o público-alvo, para realizar lives e vender seus produtos nessas datas importantes para o varejo brasileiro.

Com o crescimento exponencial do Marketing de Influência, esse modelo é uma poderosa receita que une influenciadores digitais ou artistas e grandes players do mercado. De acordo com o estudo do Business Insider, a previsão é de que, até o final de 2022, esse setor movimente cerca de R$ 79 bilhões.

O voice commerce é outra tendência que merece uma atenção especial dos varejistas: plataformas de pesquisa ajustaram seus algoritmos para compreender melhor as buscas por voz — o que abre um leque de possibilidades para SEO e, futuramente, processos que permitam toda a jornada de compra por voz.

Estar atento às necessidades do seu consumidor é somente uma parte dessa importante equação. Hoje, com as tecnologias ditando novas tendências e regras, os e-commerces necessitam investir em soluções flexíveis e robustas para navegar a grande onda digital que não quebra na areia.

*Ari Martire é Head de Sales do Kwai Brasil.

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