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loja física

Realidade virtual ajuda cliente a configurar seu carro

Publicado em: 15 de janeiro de 2015

A Audi passa a oferecer aos seus clientes um dispositivo de realidade virtual que complementa o serviço de consultoria nas concessionárias; introdução da nova ferramenta de venda nas primeiras lojas acontecerá até o final de 2015

Bons de diagnósticos, mas não de terapia

Publicado em: 15 de janeiro de 2015

Deloitte mostrou números sólidos no NRF 2015, mas as terapias são o avesso do diagnóstico

No Image
Entrevista – Na mente do cliente

Publicado em: 14 de janeiro de 2015

Aplicada ao consumo, a neurociência abandona o ar de ficção científica e mostra a influência de fatores como o contexto social, as relações humanas e o ambiente nos processos de decisão de compra O estudo do cérebro humano avançou muito nas últimas décadas, mas quando se fala em neurociência aplicada ao universo do consumo, apenas nos últimos cinco anos o tema passou a ser abordado nas mesas de reuniões do varejo. Ainda com cara de ficção científica, o campo do neuromarketing é um dos mais recentes do universo acadêmico: nos Estados Unidos, por exemplo, é possível contar nos dedos de uma mão as universidades que possuem estudos formais na área.

NRF – Um mundo de transformações

Publicado em: 14 de janeiro de 2015

Há quatro anos, o mundo do varejo discutia o impacto do iPad no mercado. Lançado em janeiro de 2010 no mercado americano, era um sucesso de vendas e iniciava uma revolução no relacionamento das pessoas com os computadores. A febre do iPhone ganhava novo fôlego com a versão quatro do aparelho e já havia indícios […]

Podemos ir além. Mas qual é o nosso além?

Publicado em: 13 de janeiro de 2015

É inevitável. Fenômenos como a mobilidade, o comportamento dos "millenials", o fast retail, as possibilidades do Big Data, a colaboração, o consumidor social e consciente, abriram possibilidades de inovação e redesign nas operações de varejo em uma velocidade jamais vista. Ira Kalish, economista-chefe global da Deloitte Research, em uma apresentação no NRF BIG SHOW, maior evento de varejo do mundo, destacou os 5 modelos de varejo com poder disruptivo que estão direcionando grandes mudanças na paisagem varejista, a partir da combinação de direcionadores como a mobilidade, a velocidade, os dados compartilhados e a integração global. São eles: - Travel Retailing - ou "varejo de viagem", em tradução livre;- O varejo mobile;- O varejo rápido;- O varejo de experiência;- O varejo inovador Em linhas gerais, cada um deles representa uma nova forma de construir negócios a partir de novos contextos transacionais. O varejo de viagem, por exemplo, enfatiza os aeroportos, para atingir um público global de mais de 1 bilhão de viajantes com potencial de consumo de cerca de US$ 1 trilhão! É o sexto continente, formado pelas áreas dos aeroportos mundiais. O varejo móvel está baseado nos 65% da população global que hoje usam celular. Sistemas de pagamento e transação móveis são criados velozmente e há possibilidades concretas das vendas a partir de dispositivos móveis, dos celulares aos chamados vestíveis (como o recém-lançado Apple Watch e seu sistema Apple Pay), atingirem notáveis US$ 630 bilhões em 3 anos. O Varejo Rápido/Fast Retailing já é uma realidade. O fast fashion inaugurou a tendência é mudou completamente o mercado de moda (hoje já criou negócios reativos como a Zady, defensora do "slow fashion e da produção quase artesanal"). Mas a lógica da velocidade impôs-se brutalmente sobre o varejo em quase todos os segmentos, como vimos no artigo anterior: "Em busca do tempo perdido (veja no app)". Ser veloz hoje é uma obrigação de redes varejistas que pretendem sobreviver: giro rápido, lançamentos quase diários de novidades, redução do tempo em cada etapa do contato do cliente com a loja - virtual ou física - são conceitos demandados pelos consumidores, principalmente os millenials. As pop stores e o "same day delivery" (entrega no mesmo dia) estão aí como ilustração. O varejo de experiência, baseado no Storytelling, na busca pelo engajamento e conexões emocionais com os consumidores também se alinha com a busca por ganhos de tempo. Evidentemente que a busca por conexões emocionais também se alinha com um serviço impecável e eficiente, com propensão a criação de significados para os consumidores. O varejo inovador representa a aposta em diversos tamanhos, formatos, tecnologias e artigos para venda, bem como operações que combinam e diluem significativamente as fronteiras entre o on e off-line, como Rebeca Minkoff (falaremos mais sobre esta rede em artigos futuros). Ou seja, novos modelos de varejo pressionam os modelos tradicionais e parecem quase alienígenas para a realidade brasileira. Ainda estamos na fase de discutir vetores de eficiência operacional, de modelos de expansão baseados em franquias e a presença de fortalezas regionais. Ainda assim, mobilidade, engajamento, consumidores sociais e o oceano de dados produzidos pelos consumidores em suas interações, ainda que subutilizadas, representam facetas dessas mudanças que fazem de muitas e muitas redes varejistas nacionais um retrato de obsolescência. Após a apresentação de Stephen Sadove, a primeira Keynote Session reuniu diversos executivos das diversas ligas esportivas americanas e até mesmo Oliver Bierhoff, responsável pela gestão da seleção alemã de futebol, aquela que nos impôs o amargo e inesquecível 7x1 na Copa do Mundo. Infelizmente, o painel focou demais a questão do uso da tecnologia para a construção de mecanismos de fidelização e rentabilização dos consumidores/torcedores e passou muito ao largo da espontaneidade e da paixão incondicional destes pelos seus times. Ou seja, como exemplo de varejo disruptivo, a experiência esportiva exposta aqui na NRF foi apenas redundante, quase uma defesa da tecnologia como fim em si mesma. A onda da mudança, contudo, está em avanço, talvez pouco perceptível para um setor que tende a ser mais retraído e desconfiado como o varejo, ainda mais o brasileiro. É fato que todos os executivos brasileiros presentes aqui em Nova York, para a NRF, quase 1,9 mil por enquanto, querem conduzir seus negócios adiante. Querem superar expectativas e ir além. Mas qual é o nosso além? E é possível atingir este além, este objetivo no cenário atual é com os recursos disponíveis? Melhor pensar em superação. A equação da eficiência que tanto é perseguida no varejo brasileiro deve contemplar a superação das adversidades e a necessária redução da defasagem dos drivers, dos direcionadores que nos separam dos centros varejistas mais avançados. Se há cerca de 1,9 mil executivos varejistas na NRF, há centenas de milhares andando neste momento nas ruas da Big Apple, usando seus recursos, com o dólar a R$ 2,80, para vivenciar experiências que levam-nas além. Dinheiro que gira rápido e que faz falta na lenta economia brasileira, complacente com as suas próprias dificuldades. * Jacques Meir é Diretor de Conhecimento e Plataformas de Conteúdo do Grupo Padrão e está em Nova York acompanhando de perto a NRF Big Show junto à delegação BTR NOVAREJO   

Podemos ir além. Mas qual é o nosso além?

Publicado em: 13 de janeiro de 2015

É inevitável. Fenômenos como a mobilidade, o comportamento dos "millenials", o fast retail, as possibilidades do Big Data, a colaboração, o consumidor social e consciente, abriram possibilidades de inovação e redesign nas operações de varejo em uma velocidade jamais vista. Ira Kalish, economista-chefe global da Deloitte Research, em uma apresentação no NRF BIG SHOW, maior evento de varejo do mundo, destacou os 5 modelos de varejo com poder disruptivo que estão direcionando grandes mudanças na paisagem varejista, a partir da combinação de direcionadores como a mobilidade, a velocidade, os dados compartilhados e a integração global. São eles: - Travel Retailing - ou "varejo de viagem", em tradução livre;- O varejo mobile;- O varejo rápido;- O varejo de experiência;- O varejo inovador

Capa – Empresas que mais respeitam o consumidor – parte 8

Publicado em: 7 de janeiro de 2015

Postos de Combustíveis Posto, o front de treinamento da Shell É nesse local que os novos funcionários passam um dos dias destinados ao treinamento e entendem como é o atendimento ao cliente Sentir na pele pode parecer coisa de programa de televisão, mas acontece na prática na Shell. Todo novo funcionário, independentemente do cargo que […]

?Conta Verde?: coleta seletiva de resíduos e bônus na conta de luz

Publicado em: 6 de janeiro de 2015

O projeto, de iniciativa da Coelce, é o primeiro do país a fornecer informações sobre compensação de CO2 nas contas de energia

Redes sociais tornam-se vitrines no fim do ano

Publicado em: 2 de janeiro de 2015

Uma pesquisa realizada pelo Scup, ferramenta líder em monitoramento, atendimento, gestão e análise de mídias sociais, revelou que os internautas costumam expor nas redes sociais seus itens de desejo no período que antecede o natal.

76% das pessoas darão um smartphone de presente

Publicado em: 15 de dezembro de 2014

Pesquisa do Zoom com 8 mil clientes indica que 37% investirão mais de R$ 1 mil no presente de Natal

Transpirando inspiração

Publicado em: 12 de dezembro de 2014

Empreendedoras do varejo criam vitrine virtual para expôr a vanguarda da moda, decoração e arte

Marisa quer abraçar o País com venda direta

Publicado em: 12 de dezembro de 2014

Varejista já tem 60 mil consultoras cadastradas e em 2015 quer chegar a mais 8 Estados

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