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e-commerce

Tendências e pendências do varejo em 2014

Publicado em: 20 de março de 2014

Alguns pontos podem ajudar a fazer muito sucesso no novo ano, como usar algumas competências e ampliar esforços em áreas estratégicas

Warby Parker: entre óculos, livros e Willy Wonka

Publicado em: 19 de março de 2014

Com jeitão de biblioteca, ótica considerada a ?Netflix dos óculos?, oferece peças com design a preços módicos e nova tecnologia de entrega por tubo pneumático

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Eles querem prever o futuro

Publicado em: 18 de março de 2014

Com gigantes do e- Commerce Como Amazon.com, Ebay, e Google desafiando os modelos de negócios preestabelecidos, os varejistas precisam de adaptação. O tema foi discutido durante o Sap Retrail Forum 2013 em, em Dallas.

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As dez melhores ideias do Shop.org 2013

Publicado em: 18 de março de 2014

1 - E-COMMERCE NÃO É TER UMA LOJA VIRTUAL, MAS TER UMA EMPRESA DIGITAL Três momentos da rede de farmácias americana Walgreens: no passado, o atendente fi cava atrás do balcão (o que ainda acontece no Brasil); no presente, conta com tecnologia, muitas telas dentro da loja e diversos atendentes; e no futuro, terá design mais futurista e próximo do digital. Gregory D. Wasson, CEO da Walgreens, afi rmou durante o evento que a varejista tem iniciativas para transformar a empresa física em virtual. Ao mesmo tempo, investe no atendimento pessoal nos pontos de venda, contando com mais de 710 mil pessoas especializadas em saúde. A fi losofi a da empresa é de que um excelente atendimento em uma farmácia pode economizar bilhões de dólares em planos de saúde. As drogarias brasileiras devem fi car atentas, pois a empresa conta com mais de oito mil lojas nos Estados Unidos, atua em 25 países, é multicanal, oferecendo ao cliente a possibilidade de retirar o produto como um drive-thru em 900 lojas, e visa vir para cá em breve.

Alibaba e os investimentos no mercado brasileiro

Publicado em: 18 de março de 2014

Objetivo é aumentar conhecimento da marca, a fim de educar o público sobre como é possível fazer negócios internacionais por meio da plataforma

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Quem ficará ultrapassado?

Publicado em: 17 de março de 2014

Estivemos no World Retail Congress, WRC, em que discussões colocaram em xeque a operação pura (pure play) e a reinvenção de modelos tradicionais como lojas de departamentos e hipermercados.

e-Show São Paulo acontecerá nos dias 20 e 21 de maio

Publicado em: 12 de março de 2014

Evento já inicia o ano com patrocínios de marcas expressivas nos setores de e-commerce, pagamentos e tecnologia

Impressões e insights sobre a Euroshop 2014

Publicado em: 6 de março de 2014

Na Euroshop, em Dusseldorf,  pode-se conhecer mais da execução desse novo varejo, pujante, encantador e avassalador para quem não se atualizar e conhecer com profundidade a sua proposta de valor ao mercado

Loja Marisa reduz custos, diminui inadimplencia e previne fraudes com tecnologia

Publicado em: 6 de março de 2014

O Risk Pack tornou todas as operações de crédito e prevenção a fraudes mais inteligentes e flexíveis e proporcionou uma enorme redução de custos

Rakuten pretende crescer 150% no Brasil com plataformas

Publicado em: 24 de fevereiro de 2014

Plataforma para construção de lojas virtuais de médio e grande porte, antiga Ikeda, foi comprada em 2011 e hoje atende por Rakuten Plataformas

Todo poder ao cliente

Publicado em: 21 de fevereiro de 2014

Recentemente, fui palestrante na 103ª National Retail Federation (NRF), que aconteceu em janeiro, em Nova York. Esse é um dos principais eventos de varejo do mundo e durante a feira vimos coisas muito interessantes, de novidades e tendências, que quero compartilhar com você.Algo que mais me chamou a atenção, é que, apesar de muita novidade em termos de parafernália tecnológica, para experiência no PDV, check out, leitura de emoções do cliente etc, nunca antes tanto se falou da necessidade de servir, atender e surpreender o cliente, num relacionamento pessoa a pessoa. A partir disso, podemos dividir alguns aprendizados. A compra é secundária Cada vez mais, as pessoas não querem simplesmente fazer uma compra, elas querem viver um bom momento, ter uma experiência, se engajar em uma causa, e isso vale para o online e o offline. Novo consumidor Com tantos devices disponíveis, o novo consumidor, mais do que nunca, tem poder! Isso quer dizer que ele tem informação sobre seu produto, seu negócio, sobre mercado e concorrência, 24 por 7. A empresa, e especialmente sua linha de frente, os vendedores, têm que estar prontos para esse consumidor super preparado. Cross online/ off-line De maneira geral, quem não é da geração Y, e nasceu pré mundo online, insiste em pensar que a loja virtual tem que reproduzir o ambiente offline, já consolidado e que provou sucesso. Não é só isso. O offline também tem muito o que copiar das ferramentas de e-commerce, por exemplo. Quando você é um cliente da Amazon, por exemplo, e retorna ao site, é recebido por uma página customizada, preparada só para você. O Google, customiza seu doodle para o internauta, no dia do aniversário. O varejo offline tem que investir em conhecer seus clientes, hábitos e gostos para, cada vez mais, agir no detalhe, e não se basear na média dos consumidores. Olhe para dentro Ainda que seja óbvio, não custa repetir: isso tudo só vai funcionar se a sua empresa investe em pessoas, nas suas equipes, na sua linha de frente com o cliente. Quanto mais preparado e motivado, mais seu funcionário vai defender a empresa como sua causa. 

Céu azul para o novo varejo

Publicado em: 18 de fevereiro de 2014

Buscar sempre a melhor experiência de compra. O desafio é antigo, mas o contexto atual, com toda a sua abrangência e complexidade de canais que se multiplicam a cada dia, termina por impor ao varejista a missão de montar um complexo ?quebra-cabeça? que possa realmente efetivar a convergência de forma a proporcionar uma experiência única e satisfatória e, é claro, vender mais. No caso do varejo físico, um símbolo deste novo conceito é o The Grove, em Los Angeles, hoje um campeão em rentabilidade na relação volume de vendas por metro quadrado nos Estados Unidos. Mais do que fugir do conceito tradicional de Shopping Center, The Grove é uma minicidade, um espaço de convivência a céu aberto, que vai muito além de proporcionar apenas uma experiência prazerosa de compras.   Lá, as pessoas tem por finalidade principal a socialização. Vão para passear, namorar, encontrar amigos e passar bons momentos. Comprar não é a finalidade principal, mas faz parte do programa da família! Engana-se aquele que imagina que a proposta é despretensiosa. Por trás do despojamento e da informalidade destes espaços muito bem criados e arquitetados, os varejistas se apropriam dos Beacons, que utilizam conexões para reconhecer a localização de seus clientes dentro destes espaços e oferecer-lhe, através de dispositivos móveis, uma oferta totalmente personalizada e atrativa. Este é um exemplo claro de o varejo tradicional pode reinventar-se como contraponto ao forte desenvolvimento do varejo on-line nos últimos anos. É Importante destacar que isso não se trata de concorrência ou canibalização de canais, mas de convergência pura e simples em busca  sempre de uma experiência de compra mais prazerosa. Para que isso ocorra, seja por meio do varejo tradicional agora de roupa nova ou do e-commerce, o desafio é o mesmo: conseguir implementar estratégias de Marketing One-to-One que propiciem a fidelização e retenção do público-alvo. É neste momento que entra o conceito do Big Data e o processamento de informações. Como a imensa maioria das informações que trafegam na internet e redes sociais é formada por dados não estruturados, as ferramentas analíticas se tornam extremamente necessárias para descobrir os desejos do cliente e refinar a oferta de mercadorias e serviços. Com o emprego de métodos como datamining em gigantescos bancos de dados hospedados na nuvem, a busca é por um padrão de comportamento que gere uma ação personalizada, efetiva e não invasiva. No exemplo da  Amazon, ela é ainda pró-ativa o suficiente para, mediante um sistema de ?Anticipatory shipping?, cruzar diversos dados como histórico de buscas, frequência de compras, tipo de compras, wish lists e até o tempo que o cursor fica parado sobre a foto do produto, para interpretar uma compra eminente, disparando um pedido que caso não seja efetivado, simplesmente voltará para o armazém. Personalização ou invasão de privacidade?O limite ainda é tênue e objeto de discussões, obrigando muitas vezes os varejistas a recuar em ofertas, que embora assertivas, possam transpassar o limite de informação que um consumidor está disposto a ter desvelado. O cenário da convergência de canais no varejo está em constante evolução e novas tecnologias aparecem todos os dias. É preciso estar atento para além dos modismos e considerar que qualquer iniciativa bem sucedida deve estar ancorada em um modelo sólido de transformação que inclua a adequação prévia dos processos, como única forma de garantir que aquela oferta altamente personalizada que eu aceitei chegue na minha porta. Marcio Caputo é vice-presidente e Fernando Gamboa, diretor sênior do Grupo ASSA

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