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Itaú

Os bancos e suas contínuas falhas contra o consumidor

Publicado em: 23 de julho de 2015

Sabe aquela opção inovadora que facilitará sua vida imensamente? Ela existe. Porém, alcançá-la não é nada fácil

Brasileiros acumulam R$ 12 bilhões em eletrônicos usados

Publicado em: 15 de julho de 2015

Pesquisa realizada pelo IBOPE, encomendada pelo site OLX, mapeou o mercado de produtos usados com potencial de venda no país

Bancos brasileiros conseguem ser transparentes para o cliente?

Publicado em: 26 de junho de 2015

Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lançou um estudo sobre Transparência e Responsabilização do Setor Financeiro

Os prós e contras do serviço de bicicletas compartilhadas

Publicado em: 8 de junho de 2015

Multas são altas mesmo em caso de roubo ou furto com apresentação de boletim de ocorrência, mas o uso gratuito é um dos benefícios apontados

InBrands pode fazer IPO de R$ 500 milhões

Publicado em: 3 de junho de 2015

Grupo brasileiro de moda espera protocolar pedido de oferta pública ainda este mês

Microsoft expande rede de lojas oficiais

Publicado em: 25 de maio de 2015

Um mês depois de abrir unidade em SP, empresa remodela PDVs em Minas Gerais

DPZ&T: nasce uma das maiores agências de publicidade do Brasil

Publicado em: 21 de maio de 2015

Publicis Groupe anuncia fusão entre DPZ e Taterka e a intenção de ampliar atuação no mercado brasileiro

Tarifas bancárias aumentam mais do que a inflação

Publicado em: 20 de maio de 2015

Extratos, saques, transferências, cheques e consultas estão mais caros, mas por quê?

Mulher trabalhadora que amamenta tem direitos especiais

Publicado em: 11 de maio de 2015

A ação do Ministério da Saúde promove nas empresas públicas e privadas uma cultura de apoio, promoção e proteção ao aleitamento materno

A VISÃO DOS LíDERES – Claudia Politanski

Publicado em: 7 de maio de 2015

De consumidor para consumidor Por Claudia Politanski   Vice-presidente das áreas jurídico, ouvidoria, pessoas, comunicação corporativa e relações institucionais e governamentais do Itaú Unibanco   Consumidores somos todos nós?, disse o então presidente dos EUA, John Kennedy, ao enviar ao Congresso uma mensagem que culminou na criação do Dia Internacional do Consumidor. De tão simples, a frase chega a parecer óbvia. Mas acho que é justamente aí que está sua força: ela nos lembra que cuidar da relação com o cliente é, na essência, cuidar de nós mesmos. E que essa atitude beneficia não só o indivíduo, mas o todo o mercado.O curioso é que Kennedy falava do consumidor dos anos 1950, que não vivia no mundo conectado e não conseguia mobilizar milhares ? ou milhões ? com apenas alguns toques na tela do celular. Foi visionário. Hoje em dia, sua bandeira poderia facilmente se tornar um movimento nas redes sociais: #somostodosconsumidores, com boas chances de incendiar o Facebook e ir parar nos trend topics do Twitter.O fato é que muita coisa mudou. Se antes o movimento foi puxado por líderes do governo, hoje o consumidor assumiu de vez o protagonismo. Ele não precisa mais de porta-vozes. À vontade no terreno das mídias digitais, sabe exatamente como e onde expressar suas necessidades. E mais do que nunca, sabe se fazer ouvir.Como acontece com toda mudança importante, leva tempo até que o mercado se adapte. Mas aos poucos, vamos aprendendo a conversar com o cliente nesses espaços e a obter bons insights. Ainda não existe fórmula mágica ou ?cinco passos para (qualquer coisa)? que funcione em todos os casos, mas já é possível chegar a algumas conclusões importantes.A primeira delas é que a reputação da marca mudou de mãos. Ela pertence aos stakeholders (clientes, fornecedores, investidores, sociedade...), não à empresa. Hoje, os clientes também geram conteúdo e exercem uma influência sem precedentes. Como consequência, o diálogo ganhou novas direções. Deixou de ser apenas das marcas para os consumidores (modelo tradicional) e passou a ocorrer também dos consumidores para as marcas e dos consumidores para outros consumidores. Ou seja, está muito mais complexo e multifacetado!Outra conclusão importante é que nós não podemos controlar essa conversa, mas podemos participar dela. Ou até direcioná-la. As empresas conectadas com este novo tempo já aprenderam o valor de dialogar com seus stakeholders e provocar discussões saudáveis.Por fim, está claro que não há mais espaço para empresas irredutíveis e que se escondam atrás do muro. A atitude do ?isso não é comigo? não é mais tolerada. Por outro lado, os clientes valorizam cada vez mais empresas que admitem erros e enfrentam seus problemas com total transparência. A questão não é falhar ou não, é como a empresa lida com suas falhas. Os clientes mudaram. O mercado mudou. A forma de se relacionar mudou. Mas a frase de Kennedy permanece atual.  

5 benefícios de conciliar conflitos entre empresa e consumidor

Publicado em: 28 de abril de 2015

Descubra como o ENAJUD pode trazer ganhos para as empresas, consumidores, governo e sociedade

A Era do Diálogo 2015: evolução e relacionamento

Publicado em: 28 de abril de 2015

Evento é uma iniciativa da revista Consumidor Moderno para fomentar os espaços de discussão das políticas de consumo

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