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Morre o pai do videogame e do Genius

A série de gamification faz uma pausa na série Gamification para mencionar um fato relevante na indústria do entretenimento. Morreu ontem (dia 08/12) Ralph Baer, o criador do primeiro videogame industrializado da história, o Magnavox, e também do Genius (também conhecido por Simon, nos Estados Unidos), um jogo da memória que se tornou um ícone da cultura pop dos anos 1980.

Entre consoles e pizzas: o rentável universo dos games

A novidade do segmento é um ambiente especialmente criado para a realização de negócios entre desenvolvedores e investidores. Ideias não faltam  

A gênese da gamificação: que os jogos comecem

Há quem diga que o ser humano é muito mais do que comer, beber, talvez rezar ou amar. Alguns estudos antropológicos mais vigorosos defendem a ideia de que também somos seres inclinados ao jogo no sentido amplo da palavra, independentemente do tamanho, modalidade ou exemplar da jogatina em questão.

Vai começar a aventura no mundo dos jogos virtuais e reais

Hora de pôr um fim ao suspense. Gamificação é o uso de mecânicas dos jogos em contextos diversos com o objetivo de incrementar a participação, gerar engajamento e também o comprometimento por parte de potenciais usuários.

Mario, o Popeye que não vingou

Não há outro personagem com tantos serviços prestados ao videogame igual ao Super Mario. Somente o bigodudo italiano de 33 anos de vida tem no currículo mais de 200 títulos e mais de 540 milhões de unidades de jogos de videogames. O que poucas pessoas sabem é a origem desse personagem.

Gamificação: aprendendo (e engajando) com os jogos

Muitos pais se incomodam com a rotina do filho e o seu inseparável videogame. De fato, é impressionante a capacidade das crianças em passar horas na frente dessa caixa eletrônica sem um único descanso ? e até sem uma atividade física ou mesmo passear com amigos. A história a seguir mostra um pouco dessa realidade que aflige a rotina familiar das gerações ?x? e ?y??.

Os maiores, melhores e mais malvados dos games

Quem não gosta de uma lista com os 10, 20 ou 50 maiores ?disso? ou ?daquilo?? Listas são sempre interessantes e, como não poderia ser diferente, há uma exclusiva para os personagens de videogames. O autor dela? Nada menos que a Guinness e o seu famoso livro dos recordes.

Um viva à cultura gamer e geek

Já olhou ao seu redor e reparou a quantidade de elementos de jogos de videogames ao redor? Ao passear em um shopping center é possível notar um certo Super Mário dando uma força nas vendas do McDonald?s, lanchonete que já havia usado o famoso jogo de tabuleiro Monopoly durante a Copa do Mundo, no Brasil. Ao mesmo tempo, a concorrente Burguer King também apostou suas fichas no Angry Bird, os tais simpáticos e raivosos personagens que ganharam fama nos celulares e tablets. E isso sem mencionar o uso do Pac Man, entre outros.

De volta ao básico

Não importa o país ou língua. Toda metrópole têm pessoas apressadas, com caras fechadas e que seguem com destino a estação do metrô ou trem de superfície. Na estação, não importa a idade. Do mais novo ao mais experiente, é fácil encontrar alguém fuçando uma rede social na área de embarque ou mesmo entretido com o Candy Crush, um dos mais famosos jogos casuais ou aqueles feitos para celulares e feitos para passar o tempo.

Um novo sonho americano (nos games)

O texto a seguir não é sobre a Microsoft, Bill Gates, Windows e companhia. Não exatamente, aliás. Mas é sobre o fim de uma lenda e a retomada de um sonho americano no mundo dos videogames. Essa é a história do Xbox.

Mario Kart 8 tem automóveis reais

Pela primeira vez na história da popular série de games será possível jogar com Mercedes-Benz

Videogames: prós e contras para crianças

Jogar por curtos períodos pode ajudar no desenvolvimento, mas a exposição por longo tempo é mentalmente e socialmente prejudicial. Como definir o limite?