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O Brasil, segundo os designers de games estrangeiros

O nome Carlos Blanka é uma lenda no universo do mais famoso dos jogos de luta, o Street Fighter. Não sabe quem é ele? Ele é um dos raros exemplos de personagens brasileiros no mundo dos games que ganharam alguma notoriedade ao redor do mundo. Não que isso seja necessariamente positivo para a imagem do país e pior: é uma visão comum entre os desenvolvedores de games estrangeiros.

Presente e futuro dos jogos analógicos

Xadrez, tabuleiros e tantos outros jogos similares que vimos até agora são classificados como jogos analógicos. Ou seja, não são digitais.

Como passar para a próxima fase desse jogo, Brasil

O Brasil é o quarto maior mercado consumidor de jogos para videogames no mundo, mas nem isso é capaz de impulsionar a indústria brasileira desse segmento. Dados de um estudo produzido pelo Grupo de Estudos e Desenvolvimento da Indústria de Games (GediGames), mostra que existem no país 133 desenvolvedores de jogos, sendo que mais de 35% estão concentrados em São Paulo.

O esporte antes de Cristóvão Colombo

Exceto pelas recentes lavadas europeias no futebol, os brasileiros, os argentinos e outros latino-americanos sempre foram reconhecidos pela excelência com a bola no pé. O mesmo acontece com os norte-americanos e sua inigualável habilidade no basquete. O curioso é que os povos ameríndios, que um dia povoaram maciçamente o nosso continente, já praticaram um esporte que mistura basquete e futebol.

A arte de ouvir e memorizar da Sony

A japonesa Sony é hoje o quinto maior conglomerado de mídia do mundo (e que inclui a produtora de filmes Tri Star Internacional, entre outras empresas) e um dos seus carros-chefes é o Playstation, um dos videogames de maior sucesso no mundo e adorado por marmanjos das gerações Y e a molecada da Z. Falar que o ?Play?, como os mais jovens preferem dizer, não é exagero. Afinal, a empresa é a expoente do maior mercado de entretenimento do mundo, muito mais que o cinema.

A saga da Sega e a terceira geração de games

Como um ouriço azul ameaçou a hegemonia japonesa da Nintendo e polarizou o mundo dos jogos eletrônicos

PlayStation TV vem aí

Esperada para chegar às lojas nos EUA e Canadá em outubro,  tentará competir com a Amazon

Deixe a sorte para o céu, Nintendo

Os brasileiros ainda se curvavam subserviente à coroa portuguesa quando uma empresa conhecida por seu videogame iniciava a sua trajetória ascendente no mundo dos jogos. Era a Nintendo e o seu lema de ?deixar a sorte para o céu?, segundo uma tradução literal e não oficial do nome da empresa para o português. E pelo céu, mundo afora, lá foi à empresa.

Arigatô, Nihon! (Obrigado, Japão!)

Como já visto na edição anterior, o crash de 1983 dos videogames demoliu as empresas do setor nos Estados Unidos. A crise gerada a partir do jogo ?ET, o extraterrestre? fez a imprensa e os consumidores se perguntarem: por que investir US$ 150 em um console se eu posso pagar US$ 200 nos recém-lançados personal computer (PC)? Mesmo porque esses computadores eram e são multitarefas e, de quebra, ainda ofereciam jogos gratuitos.

Figurinhas patrocinadas: estratégia comercial ou consumidores lesados?

Das 650 figurinhas, 9 têm o patrocínio. Editora trocará as unidades gratuitamente. Outra reclamação é a presença de jogadores que não estarão nas listas de convocados

Do Odissey ao Play: conheça as gerações dos videogames

Conheça a primeira geração da onda dos videogames no Brasil e no mundo

Super Mario, o verdadeiro super herói dos negócios

Não é mais apenas a indústria de videogames que aposta no simpático encanador como forma de impulsionar as vendas e cativar o consumidor

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