Estudo aponta quais redes sociais influenciam “millennials” e “zennials” na hora da compra

Entre as redes sociais mais acessadas, o campeão foi o Facebook. Porém, outra mídia exerce uma influência superior sobre os millennials. Veja

Tempo de leitura: 2 minutos

30 de junho de 2022

Crédito: Unsplash

Uma pesquisa inédita e exclusiva feita pela consultoria KPMG apontou quais são as redes sociais mais utilizadas pelos consumidores e quais delas tem o poder de influenciar o usuário na hora da compra. E também a opinião das pessoas sobre os metaversos.

Segundo a pesquisa “Tomada de pulso do consumidor”, o Facebook ainda é rede social mais utilizada, seguida por Instagram, TikTok, Pinterest e Snapchat. Porém, quando o assunto é influenciar o usuário na hora da compra, a situação fica um pouco diferente.

Hoje, o TikTok é a principal influência de publicidade nas mídias sociais para os Millennials (75%) e a Geração Z (64%), com o Snapchat ocupando a segunda posição.

Considerando todas as redes sociais, a média de influência da publicidade na hora da compra também é alta. Estima-se que 50% e 60% dos consumidores fazem compras às vezes, frequentemente ou sempre a partir de recomendações publicitárias ou em plataformas de mídias sociais.

Metaverso e redes sociais em evolução

Outra conclusão importante da pesquisa foi sobre o metaverso.

Dois em cada três respondentes estão ao menos um pouco familiarizados com essa realidade. Para quase 50%, o metaverso pode fornecer um fórum para interagir com amigos de forma tão importante quanto pessoalmente. E mais de 40% concordam que estar com amigos no metaverso é uma maneira autêntica de interação.

GTA 5, um dos mais populares metaversos da atualidade

“Em um mundo cada vez mais complexo, globalizado e digitalizado, as redes sociais e a tecnologia em constante evolução seguem transformando para sempre o mercado de consumo. As mudanças, sem precedentes na história do setor, estão sendo estruturais, e as empresas precisam estar preparadas para esse cenário desafiador. Não apenas as operações precisam mudar, mas os modelos de negócios devem ser atualizados. Aqueles que não enfrentarem essa situação perderão espaço ou desaparecerão. Contudo, quem for ágil, com foco estratégico e assertivo ganhará mercado e poderá liderar essa transformação”, afirma Fernando Gambôa, sócio líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.


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