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Como consome a Juliette, vencedora do BBB21? | Perfis Oficiais CM

Série de perfis da Consumidor Moderno explora como pessoas públicas preferem consumir e sua relação com as finanças

Foto: Divulgação Juliette / Luiza Vilela, Canva

Entre as grandes famosas brasileiras do momento está Juliette Freire, vencedora da penúltima edição do Big Brother Brasil. A paraibana bateu recordes por ser a participante a conquistar a maior quantidade de seguidores no Instagram em um curtíssimo período de tempo, passando de 3 mil em meados de janeiro de 2021 para 25 milhões em abril do mesmo ano — número superior a celebridades já consolidadas, como Madonna, Alec Baldwin, Chris Evans, Luísa Sonza, entre outros.

A grande pergunta que gera curiosidade em muitas pessoas é como uma vencedora do tão almejado prêmio de 1,5 milhão do Big Brother Brasil costuma consumir e como é sua relação com o dinheiro? A milionária deu algumas dicas e contou suas vivências no Iticast, podcast do Itaú Unibanco, ao lado de Beatriz Carvalho, fundadora do projeto Mulheres de Frente, que atua nas comunidades cariocas.

Nesse primeiro quadro da série “Perfis Oficiais CM”, trouxemos um pouco da entrevista da Juliette e detalhes do podcast muito voltados para a forma de gerir o próprio dinheiro. Confira:

Educação financeira

Agora com um valor que já ultrapassa o recebido no Big Brother Brasil, Juliette entende a importância de ter acesso à educação financeira. Não que para ela as finanças fossem completamente incompreensíveis no início, mas agora há uma responsabilidade maior em suas transações financeiras.

“Quando eu era mais nova, eu não sabia nem o que era isso (educação financeira). O mais próximo que cheguei foi a questão de minha mãe, meus pais me ensinarem a economizar, ensinar a valorizar as coisas, a não desperdiçar, o máximo foi essa questão. Mas como eu comecei a trabalhar muito cedo, eu precisava gerenciar meu próprio dinheiro. Nunca fui uma pessoa de investir, mas sempre fui muito econômica… Tinha a cabeça muito fechada para essas coisas”, comenta ela no programa.

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Quando adulta, a parte burocrática começou a chamar mais atenção. “Eu comecei a estagiar em Direito, comecei a ganhar um salário… E depois, como maquiadora, eu percebi que precisava de um cartão de crédito, uma comprovação de renda, eu precisei legalizar tudo. Mas não foi fácil, a gente não tem essa dimensão. É bem precária essa situação de não conhecimento econômico e financeiro no Brasil”, explica Juliette.

Após o prêmio, a maquiadora entrou em uma nova fase e atua como blogueira nas redes sociais. Hoje, com 33 milhões de seguidores no Instagram, a maior parte de seus trabalhos está voltado para publicidades — posto que a vencedora do reality show já afirmou que cobra bem caro por publicação no feed e até mesmo séries de stories.

juliette insta

Foto: Divulgação Instagram Juliette

Perfil de consumo de Juliette

De perfil humilde, Juliette cresceu com os pais e trabalhou, durante a adolescência, em um salão de beleza com a mãe. Quando recebeu o prêmio, a maior parte do valor foi retida. Em entrevista a’O Globo, ela destaca que ainda não comprou ou alugou e também não gasta em itens de luxo, mas vem pensando estrategicamente sobre o que fazer com o dinheiro.

Mas antes do Big Brother Brasil, o consumo era mais contido. “Eu sou muito econômica, digamos assim, até hoje. O meu limite de crédito sempre foi o mínimo do mínimo. Eu sempre tive muito medo de me endividar, minha mãe sempre me colocou muito medo, então eu me prendia ao máximo para isso não acontecer”, conta no Iticast. “O que aconteceu comigo foi depois da pandemia, quando quebrou tudo. Aí, eu fiquei muito endividada com questões fixas, como todos os brasileiros ficaram, como aluguel, água, luz. Eu acabei pedindo o cartão de uma amiga e eu fui pagando aos poucos. Mas até hoje eu tenho um perfil mais conservador do que de investir, então nunca tive grandes problemas”.

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Ela destaca, ainda, que mantém o mesmo pensamento de antes de receber o prêmio do reality show. “Eu tento economizar sempre, sempre tentei ir nessa linha, não desperdiçar, eu só gastar aquilo que eu tinha. Nunca gastava além, nunca esperava o que acontecesse. As pessoas fazem muito isso, de comprar e depois trabalhar para conseguir pagar. Eu não, eu trabalhava para conseguir adquirir”, destaca Juliette no podcast do Itaú Unibanco.


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