Para ser legítima, uma experiência phygital precisa ser focada no cliente

Gustavo Morais, CDO da AeC, explica como alcançar um alto patamar no mundo phygital, considerando sobretudo a perspectiva do cliente

O termo phygital ganhou enorme visibilidade nos últimos temos, especialmente diante do aumento da demanda pela integração entre os mundos digital e físico. Naturalmente, existem muitas tecnologias que são capazes de viabilizar tal união, mas será que isso realmente legitima o uso desse conceito? Gustavo Morais, CDO da AeC, explica que não: para ele, o que realmente classifica a ideia de phygital é o foco na melhoria da experiência, pois os consumidores buscam soluções reais e experiências sem fricção. Como exemplo, ele explica que gerar facilidade é prioridade em relação a usar Realidade Aumentada ou Virtual.

Ou seja, a tecnologia simplifica tudo, mas isso não quer dizer que ela torna a experiência automaticamente fluida. Inclusive, existem desafios que surgem com esse processo. “Não invista no phygital só porque é moda, pense como vai usar a tecnologia para engajar mais o cliente”, diz.

Confira a entrevista com o CDO da AeC:

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